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Debate na Assembleia Legislativa de Mato Grosso sobre o Samu

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O Samu em Mato Grosso consegue atender a demanda atual? A pergunta dominou o debate realizado nesta terça-feira (28) na Assembleia Legislativa, após demissões de profissionais e alerta sobre possível enfraquecimento do serviço.

A Comissão de Saúde discutiu a situação do atendimento móvel de urgência com representantes federais, estaduais e servidores. Em pauta estiveram a cobertura do Samu, a estrutura operacional e medidas para manter o serviço em Cuiabá, Várzea Grande e região.

Baixa cobertura preocupa autoridades

Durante a reunião, foi informado que o Samu cobre cerca de 58% da população de Mato Grosso, abaixo da média nacional de 90%. O dado reforça a necessidade de ampliar bases, equipes e veículos.

Também foi anunciada a previsão de envio de aproximadamente 52 novas ambulâncias ao estado, medida vista como importante para ampliar o atendimento pré-hospitalar e reduzir o tempo de resposta em emergências.

Demissões e ambulâncias paradas

Outro tema central foi o desligamento de 56 trabalhadores ligados ao Samu na Baixada Cuiabana. Parlamentares e servidores afirmaram que a medida pode impactar escalas e deixar unidades sem equipes completas.

Segundo relatos apresentados no encontro, algumas ambulâncias estariam paradas por falta de profissionais, o que pressiona ainda mais a rede pública de saúde.

Gestão do Samu entrou em debate

Representantes presentes defenderam que o Samu permaneça vinculado diretamente à área da saúde, com foco técnico e integração ao SUS. A avaliação é de que o serviço precisa funcionar como política pública contínua, independentemente de mudanças administrativas.

Também houve cobrança por mais repasses financeiros para municípios, que enfrentam dificuldades para expandir o atendimento móvel de urgência.

Estado promete revisar cenário

O governo estadual informou que fará novas reuniões para avaliar contratos, estrutura e funcionamento do Samu em Cuiabá e demais regiões. A meta anunciada é garantir eficiência no serviço e uso responsável dos recursos públicos.

  • Cobertura atual estimada em 58%
  • Média nacional gira em torno de 90%
  • Previsão de 52 novas ambulâncias
  • Demissão de 56 profissionais gera alerta

O debate sobre o Samu em Mato Grosso deve continuar nas próximas semanas, com expectativa por soluções práticas para ampliar o atendimento. Comente sua opinião!

Fonte: cenariomt

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