“Infelizmente, esse governo que aĂ está nĂŁo vai responder, como nĂŁo tem respondido Ă s expectativas que o Brasil tem nos Ăşltimos anos. Já deu, acabou o tempo do PT, acabou. (…) Eu vi um homem que estava demonstrando e sofrendo com a injustiça que estava sendo jogada nos seus ombros, assim como a injustiça que foi jogada nos ombros de milhares de brasileiros que protestaram, que nĂŁo gostaram dos resultados e da forma como milhares de brasileiros foram tratados naquele fatĂdico e naquela farsa que montaram no dia 8 de janeiro lá na cidade de BrasĂlia”, afirmou Mauro, na quarta-feira (22).
A fala foi feita diante de Flávio, pré-candidato do PL à Presidência da República, em um ato que reuniu lideranças do campo bolsonarista em Mato Grosso. Mauro abriu o discurso chamando o senador de “pré-candidato” e “próximo presidente”, reforçando o apoio público ao projeto nacional do grupo.
“Cumprimento todas as autoridades aqui que já foram nominadas em nome do nosso prĂ©-candidato e, se Deus quiser, prĂłximo presidente da RepĂşblica do nosso paĂs, Flávio Bolsonaro”, disse.
No pronunciamento, Mauro tambĂ©m tentou vincular a visita de Flávio Ă força polĂtica e econĂ´mica do agro mato-grossense. Disse que Sinop e a regiĂŁo norte representam parte importante do agronegĂłcio brasileiro e afirmou que o setor cobra “providĂŞncias urgentes” do governo federal. “Esse setor hoje clama por providĂŞncias urgentes do governo federal”, concluiu.
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Fonte: Olhar Direto




