O uso de cigarros eletrônicos por estudantes dentro de uma escola estadual de Angélica passou a ser investigado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).
A apuração começou após denúncias envolvendo a entrada e o uso dos dispositivos no ambiente escolar, o que pode colocar em risco a saúde dos estudantes e fere normas de proteção aos jovens.
Segundo o MPMS, o objetivo é entender como a situação vem sendo enfrentada pela escola e quais medidas estão sendo tomadas para impedir novos casos.
A investigação vai descobrir se as ações de prevenção e repressão aplicadas pela escola são o suficiente para impedir a prática e assegurar que casos como exposição à fumaça, ameaças ou constrangimentos entre estudantes sejam apurados e enfrentados.
Como será investigado o uso de cigarro eletrônico
Para isso, a 1ª Promotoria de Justiça do município pediu informações à direção da unidade, ao Conselho Tutelar, às polícias Civil e Militar e também à Secretaria de Estado de Educação.
O promotor substituto Allan Thiago Barbosa Arakaki solicitou, com prazo de 10 dias, detalhes sobre ocorrências registradas, formas de fiscalização adotadas e quais providências passaram a ser tomadas após os relatos.
Serão analisadas possíveis medidas como advertências, suspensão dos alunos envolvidos, comunicação aos responsáveis e recolhimento dos dispositivos.
Além da fiscalização, o MPMS também acompanha ações de orientação realizadas com estudantes e familiares sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos.
O procedimento seguirá em acompanhamento para verificar se as medidas adotadas pela escola estão sendo mantidas e se são suficientes para impedir os casos de cigarro eletrônico no ambiente escolar.
Fonte: primeirapagina




