Policiais penais identificaram quatro invólucros plásticos com substância ainda não identificada durante a inspeção corporal de um advogado na tarde de quinta-feira (15), na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, em Mato Grosso. Segundo as informações divulgadas sobre a ocorrência, o material foi entregue pelo profissional após questionamento da equipe, e ele foi conduzido à Central de Flagrantes para as providências legais.
Scanner corporal identificou material suspeito
A ocorrência foi registrada quando o advogado tentava acessar a unidade prisional para prestar atendimento jurídico a uma pessoa privada de liberdade. Durante o procedimento de segurança, policiais penais do Plantão Alfa utilizaram um aparelho de body scanner para realizar a inspeção corporal.
O equipamento funciona por meio de tecnologia de varredura corporal, permitindo identificar imagens e possíveis objetos ocultos que precisam ser verificados pela equipe responsável. Nesse caso, as policiais observaram uma faixa escura na região pélvica do profissional.
Após ser questionado sobre a imagem identificada durante a inspeção, o advogado entregou voluntariamente quatro invólucros plásticos. O conteúdo, conforme as informações disponíveis sobre o caso, não havia sido identificado até o registro da ocorrência.
Material foi lacrado e encaminhado à delegacia
Depois da entrega, os invólucros foram acondicionados em um envelope de segurança devidamente lacrado. O procedimento busca preservar o material e manter o registro de sua movimentação, etapa importante para a chamada cadeia de custódia.
A cadeia de custódia reúne procedimentos destinados a documentar a coleta, o acondicionamento, o transporte e o recebimento de vestígios relacionados a uma possível infração penal. No Brasil, essas regras estão previstas nos artigos 158-A a 158-F do Código de Processo Penal.
Na sequência, o material e a identificação profissional do advogado foram encaminhados à Central de Flagrantes de Cuiabá. A unidade policial ficou responsável pela adoção das providências cabíveis, conforme as informações divulgadas sobre a ocorrência.
Substância ainda precisa ser identificada
Até o momento, as informações disponíveis não especificam a natureza do conteúdo encontrado nos quatro invólucros. Por isso, não é possível afirmar que se tratava de droga ou de qualquer outra substância proibida sem confirmação pericial ou informação oficial adicional.
A identificação do material é relevante para determinar quais medidas poderão ser adotadas pelas autoridades. A eventual responsabilização também depende da apuração dos fatos e da análise das provas, respeitando o devido processo legal e a presunção de inocência.
O caso ocorreu durante um procedimento de acesso à penitenciária para atendimento jurídico. A inspeção integra as medidas de controle adotadas no ambiente prisional, onde a entrada de objetos e substâncias precisa seguir as regras de segurança da unidade.
Para acompanhar o caso, consulte novas atualizações divulgadas pelos órgãos responsáveis e aguarde a confirmação oficial sobre a natureza da substância apreendida.
Reportagem baseada nas informações divulgadas sobre a ocorrência na Penitenciária Central do Estado e nos artigos 158-A a 158-F do Código de Processo Penal.
Fonte: cenariomt





