Cuiabá • Mato Grosso

Advogado é detido na PCE após scanner corporal detectar invólucros suspeitos

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2026

Policiais penais identificaram quatro invólucros plásticos com substância ainda não identificada durante a inspeção corporal de um advogado na tarde de quinta-feira (15), na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, em Mato Grosso. Segundo as informações divulgadas sobre a ocorrência, o material foi entregue pelo profissional após questionamento da equipe, e ele foi conduzido à Central de Flagrantes para as providências legais.

Scanner corporal identificou material suspeito

A ocorrência foi registrada quando o advogado tentava acessar a unidade prisional para prestar atendimento jurídico a uma pessoa privada de liberdade. Durante o procedimento de segurança, policiais penais do Plantão Alfa utilizaram um aparelho de body scanner para realizar a inspeção corporal.

O equipamento funciona por meio de tecnologia de varredura corporal, permitindo identificar imagens e possíveis objetos ocultos que precisam ser verificados pela equipe responsável. Nesse caso, as policiais observaram uma faixa escura na região pélvica do profissional.

Após ser questionado sobre a imagem identificada durante a inspeção, o advogado entregou voluntariamente quatro invólucros plásticos. O conteúdo, conforme as informações disponíveis sobre o caso, não havia sido identificado até o registro da ocorrência.

Material foi lacrado e encaminhado à delegacia

Depois da entrega, os invólucros foram acondicionados em um envelope de segurança devidamente lacrado. O procedimento busca preservar o material e manter o registro de sua movimentação, etapa importante para a chamada cadeia de custódia.

A cadeia de custódia reúne procedimentos destinados a documentar a coleta, o acondicionamento, o transporte e o recebimento de vestígios relacionados a uma possível infração penal. No Brasil, essas regras estão previstas nos artigos 158-A a 158-F do Código de Processo Penal.

Na sequência, o material e a identificação profissional do advogado foram encaminhados à Central de Flagrantes de Cuiabá. A unidade policial ficou responsável pela adoção das providências cabíveis, conforme as informações divulgadas sobre a ocorrência.

Substância ainda precisa ser identificada

Até o momento, as informações disponíveis não especificam a natureza do conteúdo encontrado nos quatro invólucros. Por isso, não é possível afirmar que se tratava de droga ou de qualquer outra substância proibida sem confirmação pericial ou informação oficial adicional.

A identificação do material é relevante para determinar quais medidas poderão ser adotadas pelas autoridades. A eventual responsabilização também depende da apuração dos fatos e da análise das provas, respeitando o devido processo legal e a presunção de inocência.

O caso ocorreu durante um procedimento de acesso à penitenciária para atendimento jurídico. A inspeção integra as medidas de controle adotadas no ambiente prisional, onde a entrada de objetos e substâncias precisa seguir as regras de segurança da unidade.

Para acompanhar o caso, consulte novas atualizações divulgadas pelos órgãos responsáveis e aguarde a confirmação oficial sobre a natureza da substância apreendida.

Reportagem baseada nas informações divulgadas sobre a ocorrência na Penitenciária Central do Estado e nos artigos 158-A a 158-F do Código de Processo Penal.

Fonte: cenariomt

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