Durante décadas, a relação comercial entre Brasil e China seguiu um roteiro relativamente previsível: os chineses compravam grandes volumes de soja e milho produzidos em estados como Mato Grosso, transformavam parte desses grãos em proteína animal e abasteciam seu gigantesco mercado consumidor. Agora, essa dinâmica começa a mudar — e pode trazer consequências importantes para o agronegócio mato-grossense.
Um estudo recente do Rabobank aponta que a China deixou de ser apenas uma grande compradora de carne de frango para se tornar exportadora líquida do produto em 2025. Mais do que uma mudança estatística, o movimento representa uma transformação estratégica que poderá alterar o equilíbrio do comércio internacional de proteínas ao longo da próxima década.
Fonte: cenariomt





