Apesar do questionamento, Pivetta afirmou que o Gabinete segue funcionando normalmente e que não se deixará pressionar pelas críticas. O gestor ressaltou que, embora a escolha tenha desagradado a cúpula dos oficiais, foi recebida de forma positiva pela base da corporação.
O governador reforçou que o papel de governar envolve tomar decisões que nem sempre agradam a todos os setores.
“Dos praças, dos cabos, dos sargentos, [o recebimento nomeação] foi positivo. A gente não consegue contentar todos. A gente tem que governar e fazer escolhas. Eu vou continuar fazendo minhas escolhas independente de alguns não gostarem”.
A nomeação gerou um racha entre as entidades representativas dos militares em Mato Grosso. A Assof, em nota, afirmou que a Lei Complementar nº 466/2012 exige que o posto seja de um coronel da ativa.
Já a Associação de Cabos e Soldados saiu em defesa da sargento, classificando as críticas como ataques pessoais e defendendo que a nomeação deve se pautar pela competência e pela confiança do governador.
Fonte: Olhar Direto





