O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) emitiu um alerta urgente aos profissionais da educação de Lucas do Rio Verde após a identificação de tentativas de golpe envolvendo o uso indevido do nome do setor jurídico da entidade. A informação foi divulgada pelas redes sociais da subsede local e confirmada pelo presidente do sindicato, Ericksen Carpes.
De acordo com o comunicado, criminosos estão se passando por advogados do Sintep-MT e entrando em contato com professores e demais trabalhadores da educação, alegando supostos processos judiciais em andamento. O objetivo é induzir as vítimas a realizar transferências financeiras, principalmente via PIX, sob o pretexto de liberação de valores ou regularização de pendências.
Somente nesta semana, duas tentativas de estelionato foram registradas em Lucas do Rio Verde. Os profissionais procurados desconfiaram da abordagem e entraram em contato com a subsede do sindicato, evitando prejuízos financeiros. O episódio acendeu o alerta na entidade, que reforçou a necessidade de cautela redobrada por parte da categoria.
À reportagem de Dia de Ajudar, o presidente do Sintep-MT, Ericksen Carpes, classificou a situação como grave e reforçou que o sindicato jamais solicita qualquer tipo de pagamento por telefone, mensagens ou aplicativos. Segundo ele, os criminosos utilizam informações genéricas, linguagem técnica e até documentos falsificados para dar aparência de legitimidade às abordagens.
“Na qualidade de presidente do SINTEP-MT, venho a público fazer um alerta urgente e necessário. Temos recebido relatos graves de criminosos que estão se passando por nossos advogados para aplicar golpes financeiros em nossa categoria. Apenas no dia de hoje, em Lucas do Rio Verde, tivemos dois registros de tentativas de estelionato. Graças à vigilância dos colegas, o prejuízo foi evitado”, afirmou.
Ericksen destacou que nenhum processo judicial legítimo exige pagamento antecipado para liberação de valores, reforçando que esse é um dos principais sinais de golpe. Ele também orientou os profissionais da educação a não fornecer dados pessoais, não enviar fotos de documentos e encerrar imediatamente o contato diante de qualquer abordagem suspeita.
“O SINTEP-MT e seu corpo jurídico jamais solicitam transferências, depósitos ou pagamentos de taxas via PIX para a liberação de valores de processos judiciais. Caso receba qualquer mensagem ou ligação suspeita, não forneça dados pessoais. Procure imediatamente a nossa subsede ou a sede central”, enfatizou o presidente.
Outro ponto de atenção levantado pelo sindicato é o uso indevido do WhatsApp como meio de contato. Segundo o Sintep, criminosos têm solicitado o envio de documentos pessoais, assinaturas digitais ou comprovantes bancários, o que pode resultar não apenas em prejuízo financeiro, mas também em fraudes de identidade.
A entidade reforça que todos os atendimentos jurídicos do Sintep-MT seguem canais oficiais, com comunicação transparente e previamente informada aos filiados. Em caso de dúvidas, a orientação é buscar diretamente a subsede de Lucas do Rio Verde, evitando intermediários ou contatos não reconhecidos.
“O fruto do trabalho dos profissionais da educação é resultado de muita luta. Não permitiremos que criminosos se aproveitem disso. Segurança, informação e cuidado coletivo são fundamentais neste momento”, concluiu Ericksen Carpes.
O Sintep orienta ainda que casos confirmados ou tentativas de golpe sejam registrados junto às autoridades policiais, contribuindo para a investigação e prevenção de novos crimes. A entidade segue acompanhando a situação e mantendo a categoria informada.
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Fonte: cenariomt






