Em Mato Grosso, a disputa milho versus soja não se decide apenas pela cotação vista no celular. A escolha define o uso da área, o calendário de máquinas, a necessidade de crédito, a exposição ao clima e até a fila de caminhões na época de colheita. Em muitas fazendas, a pergunta correta não é qual cultura é melhor, mas qual combinação entrega margem, segurança e continuidade para aquele talhão e aquela região.
A soja mantém papel central na abertura da safra e na geração de caixa, enquanto o milho de segunda safra ganhou dimensão industrial, comercial e estratégica no estado. Mas os dois grãos enfrentam riscos diferentes. A rentabilidade depende de custo por hectare, produtividade, janela de plantio, armazenamento, frete, preço futuro e capacidade de atravessar uma quebra sem comprometer a próxima operação.
Milho versus soja começa pelo calendário
Fonte: cenariomt





