A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria Municipal de Educação, iniciou 2026 reforçando as ações de valorização da alimentação escolar com a qualificação das merendeiras da rede municipal.
O treinamento, que ocorre duas vezes por ano, reúne teoria e prática, com foco na melhoria contínua da qualidade das refeições servidas aos estudantes.
Segundo o nutricionista da Secretaria de Educação, Wender Júnior, a etapa atual do processo é voltada à prática, com o objetivo de testar novas receitas que irão compor o cardápio escolar ao longo do ano. “Esse momento é fundamental porque são as merendeiras que aplicam as receitas no dia a dia das unidades. Precisamos do aval delas para saber se é viável, se é prática e se, principalmente, as crianças vão gostar”, explicou.
Participam da capacitação profissionais das 24 unidades escolares do município, com equipes formadas por cerca de cinco a seis merendeiras e auxiliares por escola. Durante o treinamento, estão sendo testados pratos como a adaptação da tradicional mojica de pintado, preparada com tilápia, além de farofa de fígado, escondidinho de tilápia e salada de tabule, receitas pensadas para unir valor nutricional, viabilidade na cozinha escolar e aceitação dos alunos.
Ender Júnior destaca que a alimentação de qualidade tem impacto direto no aprendizado. “Criança de barriga vazia não consegue aprender. Muitos alunos vivem em situação de vulnerabilidade social e dependem da merenda escolar como principal fonte de energia e nutrição. Uma criança bem nutrida tem muito mais capacidade de aprendizado”, afirmou.
A merendeira Salomão, da Escola Érico Veríssimo, reforçou a importância da qualificação e da introdução de novos pratos no cardápio. “Estamos criando receitas novas, à base de tilápia e fígado, que não faziam parte do cardápio, mas agora devem entrar. As crianças gostam muito da merenda, principalmente aqui, onde muitos passam o dia todo na escola e essa é a principal refeição deles”, destacou.
Além da qualidade nutricional, a capacitação também reforça práticas de controle de desperdício e valorização dos alimentos. Para as profissionais, a maior recompensa vem da resposta dos alunos. “Quando eles falam que está uma delícia e querem repetir, a gente fica encantada. É muito gratificante ver as crianças se alimentando bem”, completou a merendeira.
Com a iniciativa, Lucas do Rio Verde consolida a alimentação escolar como política pública essencial, unindo educação, saúde e inclusão social, e garantindo que, em 2026, os estudantes tenham acesso a refeições mais saudáveis, equilibradas e de qualidade.
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Fonte: cenariomt






