Vânia tem se colocado contra a medida e chegou a classificar a proposta como “aberração”. Abilio afirmou que não compreende a crítica, destacando que a própria anda armada. “Ela é uma pessoa que anda armada e não quer que as pessoas andem armadas. Não entendo”, afirmou.
O gestor destacou que a defesa feita por aliados, como sua esposa vereadora Samantha Iris (PL) e o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) são feitas diante do direito individual de acesso à arma, principalmente para mulheres sob medida protetiva.
Conforme o prefeito, qualquer cidadão pode buscar esse direito desde que cumpra as exigências legais, como curso, avaliação psicológica e demais critérios. “Quem quiser pode ir atrás, fazer o curso, se preparar. Quem não quiser, também não vai”, afirmou.
Abilio rebateu a ideia de que o acesso ao armamento seja simples ou imediato, criticando que criminosos conseguem armas com facilidade. “Na mão do feminicida é rápido. Eles conseguem arma e matam rapidamente”, disse.
O prefeito ampliou o debate ao citar violência praticada por facções criminosas contra mulheres, afirmando que parte dos casos envolve controle e punições impostas por integrantes do crime organizado. Para ele, a discussão sobre armamento deve considerar esse cenário.
Fonte: Olhar Direto





