Uma das políticas ambientais mais controversas da gestão estadual continuará produzindo efeitos durante o próximo mandato. A chamada Cota Zero, ou Transporte Zero, restringe por cinco anos o transporte, armazenamento e comercialização de determinadas espécies de pescado dos rios de Mato Grosso e coloca para o governador eleito a discussão sobre os resultados da medida e o futuro da pesca no estado.
A legislação começou a produzir seus principais efeitos em janeiro de 2024. Após alterações promovidas pela Lei nº 12.434/2024, a restrição passou a alcançar 12 espécies e suas variedades, entre elas cachara, dourado, jaú, pintado, piraputanga e tucunaré. Para as demais espécies, a pesca, transporte, armazenamento e comercialização são permitidos dentro das cotas e medidas previstas na regulamentação.
Fonte: Olhar Direto





