A Casa Branca informou por meio de um documento divulgado nesta quinta-feira (13) que a prática pode envolver reetiquetagem, reembalagem, refaturamento, processamento mínimo, declarações falsas de país de origem ou outras ações destinadas a garantir um tratamento tarifário que não se aplicaria se a verdadeira origem econômica das mercadorias fosse declarada.
O Brasil é citado no relatório no segundo de três níveis de países que supostamente fazem parte dessa rede paralela com volumes significativos de transbordo ligado à China. Ao lado do país, aparecem Indonésia, Malásia, Tailândia, Turquia e Vietnã.
De acordo com a investigação, Brasil e Turquia atuariam como “plataformas regionais maiores de produção e logística capazes de sustentar redirecionamentos ou alegações de transformação em determinadas categorias de produtos”.
A nova medida surge após a imposição de duas novas tarifas contra Brasília: a primeira de 25% [https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/nova-tarifa-eua-produtos-brasileiros-entra-vigor/], referente a investigação sobre comércio digital brasileiro e o Pix, e outra de 12,5% [https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/eua-anunciam-nova-tarifa-contra-brasil-e-outros-paises/], resultado da investigação sobre trabalho forçado.
Fonte: gazetadopovo





