Um vídeo gravado há 17 anos, que mostra como era o Complexo Turístico da Salgadeira, às margens da MT-251 antes das interdições e das obras de revitalização, mostra como era um dos principais pontos turísticos de Chapada dos Guimarães (MT) antes da interdição determinada em 2010.
Nas imagens, é possível ver os paredões de Chapada dos Guimarães, a cachoeira, áreas de banho e um antigo restaurante que funcionava no complexo. O vídeo também registra dezenas de visitantes, entre adultos e crianças, aproveitando o local.
A Salgadeira foi interditada em 2010 após a Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público Estadual (MPMT) apontar diversas irregularidades, entre elas a falta de controle da atividade turística, riscos de erosão, ausência de licença ambiental e outros problemas estruturais.
Após permanecer fechado por anos, o complexo foi concedido à iniciativa privada em 2018. No entanto, a concessão foi cancelada em 2023 por descumprimento contratual, após problemas administrativos e questionamentos do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). Com isso, a gestão do espaço foi transferida ao Serviço Social do Comércio (Sesc), por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
A obra de revitalização recebeu investimento de R$ 6,2 milhões e deveria ser entregue antes da Copa do Mundo de 2014. No entanto, após sucessivos atrasos e a necessidade de uma reforma mais ampla, o complexo só teve as obras totalmente concluídas e foi reinaugurado em março deste ano.
Histórico das obras na Salgadeira
Complexo turístico passou por interdições, atrasos, mudanças na gestão e uma nova reforma antes da reabertura.
Vídeo publicado no YouTube mostra como era a Salgadeira antes das interdições, com cachoeira, restaurante e visitantes no local.
O complexo foi interditado após o Ministério Público apontar problemas como falta de controle da atividade turística, riscos de erosão e ausência de licença ambiental.
A obra deveria ser entregue antes da Copa do Mundo, mas a conclusão não ocorreu dentro do prazo previsto.
Depois de anos fechado, o espaço foi concedido à iniciativa privada para exploração comercial.
A concessão foi cancelada por descumprimento contratual, após problemas administrativos e questionamentos do Ministério Público de Mato Grosso.
O complexo voltou a ser fechado para visitação em fevereiro por falta de água e energia elétrica, o que impediu a transferência imediata da gestão ao Sesc.
Após reforma ampla, com investimento de R$ 6,2 milhões, o espaço foi reinaugurado em março e passou a ser administrado pelo Sesc.
As melhorias incluíram restaurante, espaço administrativo, loja de artesanato, escadarias de acesso à cachoeira, trilhas e adequações para garantir mais segurança aos visitantes.
Entre as melhorias realizadas estão a reforma do restaurante, do espaço administrativo, da loja de artesanato, das escadarias de acesso à cachoeira e das trilhas, além de outras adequações para garantir mais segurança e conforto aos visitantes.
Fonte: primeirapagina





