A Polícia Civil de Mato Grosso realizou, nesta terça-feira (26), a destruição por incineração de aproximadamente 109 quilos de maconha no município de Alto Araguaia, na região Sul do estado.
O procedimento de queima, autorizado previamente pelo Poder Judiciário, ocorreu nas instalações de uma empresa privada parceira e marca a eliminação definitiva de passivos de entorpecentes acumulados na comarca.
O montante incinerado é o resultado direto de sucessivas apreensões em flagrante e ações integradas de combate ao crime organizado executadas pelas forças de segurança pública tanto em Alto Araguaia quanto em municípios vizinhos que compõem a região de divisa estadual. Antes do descarte, todo o lote passou por custódia formal, pesagem oficial e amostragem técnica.
Fiscalização rigorosa e conformidade ambiental
Para assegurar a transparência e a legalidade do ato — conforme preconiza a Lei de Drogas (Lei nº 11.343/2006) —, a operação foi rigorosamente fiscalizada por uma comissão multissetorial de órgãos de controle, que incluiu:
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Ministério Público do Estado (MPE-MT): Responsável por atestar a regularidade jurídica dos processos correlatos e a destruição fiel do volume sentenciado;
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Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec): Unidade técnica que realizou a contraprova pericial e os testes químicos preliminares no local para validar a identidade da substância;
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Vigilância Sanitária Municipal: Equipe encarregada de monitorar os índices de emissão de fumaça e garantir o cumprimento estrito das normas de segurança biológica e controle ambiental durante o processo de queima nos fornos industriais.
Encerramento do ciclo investigativo e repressão qualificada
A queima dos 109 quilos de maconha representa a conclusão logística de inquéritos policiais fundamentados na repressão ao tráfico de entorpecentes. De acordo com as autoridades policiais locais, a eliminação ágil de grandes volumes de drogas das delegacias é uma medida estratégica de segurança, pois mitiga riscos de tentativas de resgate por facções criminosas e impede qualquer possibilidade de reintrodução do material no mercado ilegal de consumo.
As forças de segurança integradas de Alto Araguaia reforçaram que o monitoramento das rotas de escoamento e o sufocamento financeiro dos grupos de narcotráfico permanecem como prioridades na agenda de segurança pública local para o restante de 2026.
Fonte: cenariomt




