A iniciativa permite que as internas atuem na produção de peças têxteis dentro da unidade, com possibilidade de remição de pena e geração de renda. A proposta também busca oferecer capacitação prática, facilitando a reinserção no mercado de trabalho após o cumprimento da pena.
A estrutura foi instalada com equipamentos industriais e um investimento de R$ 6,8 milhões e está equipada com 91 máquinas de costura e segue o modelo já adotado em outras unidades prisionais do estado, onde o trabalho é utilizado como ferramenta de reintegração social.
Neste primeiro momento, 20 internas já foram capacitadas e atuarão como multiplicadoras, sendo responsáveis por treinar as demais participantes do projeto. Ao todo, serão ofertadas 120 vagas de trabalho remunerado, com jornada diária de oito horas.
Fonte: Olhar Direto





