O Itaú Unibanco encerrou o ano de 2025 reafirmando sua solidez financeira ao reportar um lucro líquido gerencial de R$ 12,317 bilhões apenas no quarto trimestre. O resultado representa um salto de 13,2% em comparação ao mesmo período de 2024, consolidando um ciclo de expansão que impacta diretamente a confiança do mercado e a economia nacional.
No acumulado do ano, o maior banco privado do país atingiu a marca histórica de R$ 46,83 bilhões em lucro líquido recorrente, um avanço de 13,1% em relação ao exercício anterior. O desempenho foi impulsionado principalmente pela eficiência operacional e pela margem financeira com clientes, que compensou a retração expressiva nas operações de mercado.
Rentabilidade recorde: O ROE em destaque
Um dos indicadores mais celebrados pelos analistas foi o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), que atingiu 24,4% no fechamento do ano. Quando observamos exclusivamente as operações no Brasil, a rentabilidade é ainda mais robusta, alcançando 26% — uma evolução nítida frente aos 23,4% registrados há um ano.
Raio-X do Balanço Financeiro
A margem financeira gerencial do banco somou R$ 31,5 bilhões, evidenciando um crescimento sustentável. Confira os principais pilares deste resultado:
- Margem com Clientes: Aumento de 8,6%, totalizando R$ 30,9 bilhões, reflexo do dinamismo do crédito;
- Margem com Mercado: Sofreu uma queda acentuada de 34%, fechando em R$ 597 milhões;
- Eficiência Anual: O crescimento trimestral de 3,7% aponta para uma aceleração no ritmo de ganhos na reta final do ano.
Contexto: O resultado do Itaú reflete a resiliência do setor bancário brasileiro diante de um cenário de taxas de juros elevadas, onde a seletividade no crédito e a digitalização de serviços têm sido diferenciais competitivos.
Para os investidores e clientes, os números indicam que o banco segue com caixa reforçado para novas expansões em 2026. Acompanhe no Dia de Ajudar as análises sobre como este lucro deve influenciar a distribuição de dividendos e as taxas de juros no varejo.
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Fonte: cenariomt






