Um policial civil foi preso na manhã deste domingo (1º), em Sorriso, suspeito de estuprar uma mulher que estava detida na delegacia do município. A prisão ocorreu após a confirmação pericial de material genético compatível com o do investigado, resultando na decretação de prisão preventiva pela Justiça.
A denúncia partiu da própria vítima enquanto ela permanecia sob custódia na unidade policial. A partir do relato, a equipe do Núcleo de Atendimento à Mulher, Adolescente e Criança de Sorriso iniciou os procedimentos formais, incluindo a oitiva e a coleta de material genético para identificação do autor.
Segundo a delegada Laísa Crisóstomo de Paula Leal, responsável pelo núcleo especializado, o material colhido foi confrontado com o de todos os policiais que estavam de plantão no dia do fato. O exame de DNA, concluído no fim da tarde de sexta-feira (30), indicou compatibilidade com um dos servidores, apontando a presença de DNA masculino do investigado no material coletado da vítima.
Com o resultado pericial, a delegada representou pela prisão preventiva do policial e pelo cumprimento de mandado de busca e apreensão. As medidas foram deferidas pela Justiça e executadas na manhã deste domingo, quando também foram apreendidos pertences funcionais do investigado, como armamento e algemas.
Medidas adotadas e posicionamento institucional
De acordo com informações da Polícia Civil, o policial permanecerá preso preventivamente e será apresentado à audiência de custódia. O caso é acompanhado pelo setor jurídico da instituição, que atua em conjunto com o núcleo especializado responsável pela apuração.
Ao comentar o andamento da investigação, a delegada Laísa Leal afirmou que a corporação não compactua com condutas ilegais e que os fatos serão apurados com rigor. Segundo ela, a instituição reconhece a gravidade do episódio e adota providências imediatas sempre que há indícios consistentes de irregularidade.
O procedimento segue em curso no âmbito do Núcleo de Atendimento à Mulher, Adolescente e Criança, em Mato Grosso. A investigação permanece sob sigilo para preservar a vítima e garantir a integridade das diligências, conforme os protocolos legais aplicáveis.
Como próximos passos, a Polícia Civil aguarda os desdobramentos judiciais, incluindo a audiência de custódia, e a conclusão das análises complementares que possam ser necessárias. A instituição reforça que denúncias podem ser formalizadas pelos canais oficiais e que casos envolvendo violência contra a mulher recebem tratamento prioritário, conforme informado pela própria corporação.
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Fonte: cenariomt






