Um inquilino que estuprou idosa foi preso pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (12), em Sinop, no norte de Mato Grosso, conforme divulgado oficialmente pela corporação. O suspeito, de 38 anos, é investigado por violência sexual contra a proprietária do imóvel que ele alugava, uma mulher de 61 anos.
Conforme apurado pela reportagem a partir do depoimento registrado na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI) de Sinop, o crime ocorreu na noite de domingo (11), por volta das 23h. O homem, que estava com um mês de aluguel em atraso, havia solicitado à vítima o pagamento parcial do débito e ainda pediu dinheiro emprestado.
Segundo relato oficial, o suspeito enviou mensagens à idosa alegando que precisava conversar e questionou se o neto dela estava em casa. Após insistência, ele foi até o quarto da vítima. Ao abrir a porta, a mulher foi surpreendida: o homem a agarrou pelo pescoço, tampou sua boca e a arrastou até a quitinete onde morava.
Atendimento à vítima e investigação
No local, de acordo com o boletim de ocorrência, o inquilino estuprou a idosa por cerca de 30 minutos, utilizando violência física e verbal. A vítima conseguiu fugir apenas quando o agressor adormeceu. Mesmo após o crime, o suspeito ainda tentou contato no dia seguinte, segundo consta no registro policial.
Com dores intensas e sangramento, a mulher procurou a DEDMCAI de Sinop, onde foi ouvida e imediatamente encaminhada para atendimento hospitalar. A reportagem confirmou que o atendimento seguiu os protocolos previstos na legislação para vítimas de violência sexual.
Prisão do suspeito
Após a formalização da denúncia, equipes da Polícia Civil iniciaram diligências e localizaram o suspeito na própria quitinete alugada. Ele foi preso em flagrante por estupro e conduzido à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação.
O que diz a lei
O crime de estupro está previsto no artigo 213 do Código Penal Brasileiro e prevê pena de 6 a 10 anos de reclusão, podendo ser agravada quando há violência, vulnerabilidade da vítima ou relação de confiança, circunstâncias que são analisadas no curso do inquérito.
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Fonte: cenariomt






