A Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, em Várzea Grande, consolidou-se em 2025 como um pilar de dignidade para a população em situação de vulnerabilidade. Sob o primeiro ano de gestão da prefeita Flávia Moretti e do vice Tião da Zaeli, a unidade registrou o atendimento de 210 pessoas, oferecendo suporte integral e ininterrupto. O perfil majoritário dos acolhidos foi composto por homens adultos e idosos, que chegaram à instituição principalmente via encaminhamento do Centro POP.
Com um regime de funcionamento 24 horas, o espaço priorizou o atendimento humanizado e individualizado. Ao longo do ano, foram realizados quase 350 atendimentos psicossociais, que serviram de base para uma rede de suporte que incluiu desde o tratamento de saúde em CAPS e hospitais até o apoio jurídico e a regularização de documentos pessoais. A média de ocupação flutuou entre 18 e 42 pessoas por mês, refletindo a dinâmica de acolhimento e a busca por autonomia dos usuários.
O balanço anual destaca que o trabalho técnico gerou resultados concretos para além do abrigo temporário. Foram registradas 19 reinserções sociais e familiares diretas, com acolhidos retornando ao convívio doméstico ou conquistando moradia própria. Dos 209 desligamentos contabilizados no período, a maioria ocorreu de forma voluntária ou por conquista de autonomia, demonstrando que a casa funciona como uma ponte para a reconstrução de trajetórias de vida e inserção no mercado de trabalho.
Além do suporte técnico, a rotina da unidade foi marcada por atividades de integração, incluindo mais de cem encontros religiosos, reuniões técnicas e confraternizações. Para a secretária de Assistência Social, Cristina Saito, a articulação com a rede de saúde e o Consultório de Rua foi fundamental para garantir que o acolhimento não fosse apenas um teto, mas um processo completo de resgate da cidadania e fortalecimento de vínculos.
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Fonte: cenariomt






