Via @brasildefato | A 1ÂŞ turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade manter a decisĂŁo do ministro Cristiano Zanin que nega vĂnculo trabalhista entre entregadores e a plataforma Rappi. A decisĂŁo foi tomada apĂłs a plataforma recorrer Ă corte contra a decisĂŁo do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que reconheceu relação trabalhista neste tipo de contratação.Â
Os outros componentes da 1ÂŞ turma sĂŁo Alexandre de Moraes, Cármen LĂşcia e Luiz Fux.Â
De acordo com o site Jota, o julgamento nĂŁo tem repercussĂŁo geral, mas deve ser considerado precedente em outras ações do mesmo tipo.Â
O voto de Zanin traz como argumento central o fato de que a terceirização de atividades Ă© constitucional e que o TST desconsiderou os aspectos jurĂdicos que garantem a liberdade econĂ´mica.
“Ao reconhecer o vĂnculo de emprego, a Justiça do Trabalho desconsiderou os aspectos jurĂdicos relacionados Ă questĂŁo, em especial os precedentes do Supremo Tribunal Federal que consagram a liberdade econĂ´mica, de organização das atividades produtivas e admitem outras formas de contratação de prestação de serviços”, diz o texto.
Edição: Matheus Alves de Almeida
Fonte:Â @brasildefato





