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Secretário descarta reposição de demitidos do Samu: Não precisamos

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2026

O novo secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), Juliano Melo, disse em coletiva de imprensa nessa quarta-feira (1º) que a gestão não irá repor os 56 profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) demitidos pela pasta no fim do mês de março.

As demissões representam cerca de 30% do quadro de profissionais, incluindo motoristas, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (Sisma), o corte pode causar impacto, já que esses trabalhadores atuavam diretamente no atendimento à população.

No entanto, de acordo com a Secretaria de Saúde, o corte não causará prejuízos à população, pois o Estado conta com a integração com o Corpo de Bombeiros, que também atua no resgate imediato.

“Hoje nós nem precisamos dos 56. O processo seletivo realizado pelos bombeiros incluiu esses 56 candidatos, dos quais a maior parte foi aprovada. Conforme a necessidade desse fluxo nas bases, eles vão ser convocados”, afirmou o secretário Juliano Melo durante a coletiva.

Anteriormente, o então secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, havia sido convocado pela Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social para prestar esclarecimentos sobre as demissões, após os profissionais realizarem uma manifestação durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, com a saída dele do cargo, a convocação foi cancelada.

Leia a nota na íntegra:

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) informa que os desligamentos não vão impactar o atendimento à população. Desde a integração das ações do Serviço de Atendimento Pré-Hospitalar, prestado pelo Samu e pelo Corpo de Bombeiros (CBMMT), em 2025, os números de atendimentos aumentaram em 30% e o tempo-resposta às chamadas diminuiu em 36%.

Vale lembrar que antes da integração com o Corpo de Bombeiros eram 9 ambulâncias para atendimento do Samu em Cuiabá, após a parceria esse número saltou para 20 ambulâncias, o que comprova que a prestação do serviço não será impactada.

Fonte: primeirapagina

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