De acordo com os dados do CBMMT, a maior parte das quedas aconteceu em vias públicas, somando 334 casos, seguida por ocorrências em edificações (287), veículos (10) e pessoas (2). Todas as categorias apresentaram crescimento em comparação com 2024, com destaque para as ocorrências em via pública, que mais que dobraram.
Janeiro foi o mês com maior número de registros em 2025, com 129 atendimentos, seguido por fevereiro (113) e abril (91). No ano anterior, outubro foi o mês mais crítico, com 107 ocorrências, enquanto janeiro registrou 50 chamados e março, 46.
A aspirante a tenente BM Anne Fonseca explica que grande parte desses chamados está relacionada às condições climáticas e ao desgaste natural das árvores. “Quando uma árvore cai, ela pode atingir veículos, residências, redes elétricas e até isolar bairros inteiros. Nossos bombeiros atuam rapidamente para reduzir esses impactos. É importante que a população fique atenta a sinais de risco, como raízes expostas, rachaduras no solo, troncos ocos ou galhos inclinados, e acione o 193”, orienta.
O CBMMT reforça que, após chuvas intensas e ventos fortes, aumenta significativamente o risco de queda de árvores em áreas públicas e privadas. Motoristas e motociclistas devem evitar estacionar sob árvores, enquanto moradores devem solicitar vistorias em casos de risco iminente. Em situações de emergência, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193, e a Defesa Civil pelo 199.
Fonte: leiagora






