O consórcio foi o único participante da licitação aberta para contratar, em regime integrado, a elaboração dos projetos e a execução da obra do túnel na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, na região do Portão do Inferno. Agora, a documentação está sob análise da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra).
A Toniolo, Busnello é a parte do grupo que entrega bagagem pesada em execução. A empresa se apresenta como especialista em túneis, terraplenagem e pavimentação e informa ter atuação em centenas de quilômetros de obras subterrâneas. O ponto de atenção está na situação financeira: a recuperação judicial foi deferida em 2019, e o que a apuração permite afirmar com segurança é que, até 2024, a própria companhia ainda se identificava publicamente como empresa em recuperação judicial.
Já a ETEL entra no consórcio com perfil mais voltado à engenharia consultiva, com atuação em projetos, supervisão e gerenciamento de obras de infraestrutura. No histórico administrativo, porém, a empresa já foi alvo de multas e impedimentos temporários aplicados pelo DNIT. As sanções foram encerradas, o que impede tratá-la hoje como empresa punida de forma ativa, mas mantém o tema no radar da análise.
Fonte: Olhar Direto





