A Polícia Civil prendeu mais dois homens suspeitos de participação no assassinato do mecânico Sidney Antônio Gehlen, de 46 anos, executado a tiros dentro da própria oficina no bairro Primavera, em Sorriso, no norte de Mato Grosso. As prisões representam um avanço imediato na investigação iniciada no dia do crime, ocorrido em 5 de janeiro.
Com essas capturas, três dos envolvidos já estão sob custódia. A apuração aponta que ao menos quatro pessoas participaram diretamente da execução, segundo informações repassadas pela Polícia Civil. As equipes seguem em diligência para localizar o último suspeito.
As investigações começaram poucas horas após o homicídio. Policiais reuniram provas no local, analisaram imagens de câmeras de segurança da região e ouviram testemunhas que presenciaram a movimentação antes e depois do ataque. De acordo com o delegado Bruno França, os indícios reunidos desde o primeiro dia permitiram identificar rapidamente a dinâmica do crime e a participação do grupo.
Durante a execução, um policial militar aposentado que estava nas proximidades reagiu ao ataque e atingiu um dos criminosos. Ferido, o suspeito procurou atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento de Sorriso. A movimentação levantou suspeita e o homem acabou localizado e preso em flagrante no local, conforme informações da polícia.
A detenção desse primeiro envolvido foi considerada decisiva para o avanço do caso. A partir dos dados obtidos, a Polícia Civil solicitou mandados de prisão contra outros integrantes do grupo. Nas últimas horas, os investigadores conseguiram cumprir as ordens judiciais e capturar mais dois suspeitos, em endereços que não foram divulgados por razões de segurança.
Os investigadores confirmaram que a execução foi planejada. A forma de atuação indica divisão de tarefas entre os envolvidos, o que reforça a tese de organização prévia do crime. Segundo a polícia, cada integrante tinha uma função específica no momento do ataque, o que demonstra coordenação entre os suspeitos.
A motivação do assassinato ainda não foi revelada. A Polícia Civil informou que os detalhes permanecem sob sigilo para não comprometer o andamento das diligências e a localização do quarto envolvido. Até o momento, não há indícios de que a vítima tivesse ligação com atividades criminosas.
As equipes continuam em campo para concluir a operação, identificar o último suspeito e esclarecer completamente o que levou à morte de Sidney Gehlen. A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, conforme apuração oficial.
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Fonte: cenariomt






