Ele disse que o cargo que ocupa como governador é uma instituição, não é uma pessoa física e que, por isso, é preciso defender os interesses do povo. Recém empossado na cadeira de chefe do Executivo estadual, o governador vai à reeleição e deverá apoiar Flávio Bolsonaro (PL) para o cargo de presidente da República.
“Eu preciso respeitar o Brasil, preciso respeitar o presidente do Brasil. Institucionalmente, nós vamos ter uma relação formal. Eu sou oposição. O governo federal vem errando muito com o Brasil. [É um] Governo populista, gastador, que gasta mal, provoca a destruição da economia e das oportunidades. Gastando mal, gasta-se mais do que arrecada e, com isso, vai captar no mercado, vira concorrente dos empreendedores”, disse Pivetta.
Segundo o governador, esse modelo leva a um ambiente desfavorável para os negócios, citando as altas taxas de juros. “Hoje, qualquer empreendedor pequeno, médio, que queira fazer qualquer que seja o negócio, vai pagar juros de 20% ao ano. Os juros nas alturas, e vejamos, não é problema do Banco Central”.
“Veja o que nós fizemos aqui no Mato Grosso. Nós enfrentamos, em 2019, nós enfrentamos medidas impopulares, fizemos as reformas necessárias e devolvemos o Estado de Mato Grosso ao povo”.
Apesar do respeito à figura do presidente Lula, Pivetta reiterou que não haverá alinhamento político com o petista. “Eu respeito a instituição do presidente Lula, presidente do Brasil, eu respeito, porém, não vou estar alinhado com ele. Não vou estar concordar com esse jeito de governar que está levando o Brasil para o buraco.”
“A nossa dívida está chegando a R$ 11 trilhões, R$ 11 trilhões de reais. Estamos muito longe de ter um ambiente bom para negócios, para empreendedorismo, para os trabalhadores, justamente porque o governo federal não cumpre o seu papel que é responsabilidade fiscal”.
Fonte: Olhar Direto





