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Operação Lei Seca prende 88 motoristas embriagados em Mato Grosso

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A intensificação das fiscalizações da Lei Seca resultou na prisão de 88 condutores por embriaguez ao volante em sete municípios de Mato Grosso durante o último fim de semana. As ações ocorreram entre sexta-feira (30) e domingo (1) e tiveram como foco a repressão à condução de veículos sob efeito de álcool.

De acordo com o balanço oficial, as operações alcançaram diferentes regiões do estado e resultaram também em uma série de autuações administrativas e na remoção de veículos, reforçando o impacto direto das fiscalizações no trânsito urbano e rodoviário.

Conforme informações do Gabinete de Gestão Integrada, responsável pela coordenação das ações, foram 896 veículos fiscalizados ao longo do período. No total, as equipes realizaram 900 testes de alcoolemia, procedimento padrão adotado para identificar motoristas sob influência de álcool.

As abordagens deram origem a 563 Autos de Infração de Trânsito. Entre as principais irregularidades constatadas estão 126 autuações por conduzir veículo sob efeito de álcool e 53 registros de motoristas que se recusaram a realizar o teste do bafômetro, conduta que também gera penalidades previstas na legislação de trânsito.

Como consequência direta das infrações, 190 veículos acabaram sendo removidos durante as operações. A medida é adotada quando o condutor não apresenta condições legais de seguir dirigindo ou quando não há outro motorista habilitado no local para assumir o veículo.

As ações da Lei Seca foram realizadas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Cáceres, Alta Floresta, Tangará da Serra e Nova Mutum. A estratégia de atuação em diferentes cidades busca ampliar o alcance das fiscalizações e reduzir comportamentos de risco no trânsito.

No interior do estado, a execução da Lei Seca é conduzida pelo GGI, órgão vinculado à Secretaria de Segurança Pública. As operações contam com a parceria das prefeituras municipais e o apoio integrado de diversas forças de segurança e fiscalização.

Participam das ações equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito, Politec, além da Polícia Penal e do Sistema Socioeducativo. A atuação conjunta permite abordagens mais completas e maior eficiência no cumprimento das medidas legais.

Dirigir sob efeito de álcool é crime previsto no Código de Trânsito Brasileiro e pode resultar em prisão, além de multa e suspensão do direito de dirigir. A recusa ao teste de alcoolemia, embora não configure crime, gera sanções administrativas severas.

Segundo o Gabinete de Gestão Integrada, as fiscalizações devem continuar ocorrendo de forma periódica, especialmente em finais de semana e datas com maior fluxo de veículos, como parte das ações permanentes de prevenção a acidentes e preservação de vidas no trânsito.

Fonte: cenariomt

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