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Mulher condenada por matar marido em Cuiabá tem pedido de prisão domiciliar negado pelo TJ

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Conteúdo/ODOC – A Terceira Criminal do  de Mato Grosso negou habeas corpus que pedia c prisão domiciliar para Ana Cláudia de Souza Oliveira Flor, condenada por mandar matar o marido, o empresá Toni Flor.

O aconteceu em agosto de , em frente a uma academia, em Cuiabá. Ana Cláudia foi levada a júri popular em 2022 e sentenciada a 18 anos de prisão, em regime inicial fechado.

O acórdão foi publicado nesta segunda-feira (1). Os desembargadores seguiram por unanimidade o voto do relator, Gilberto Giraldelli.

No habeas corpus, a defesa citou que ela possui três filhas menores, ressaltando que elas estão sob os cuidados da avó materna, que é idosa e possui poucos recursos financeiros.

No voto, o relator frisou que as meninas estão bem amparadas pela avó e criticou Ana Cláudia, afirmando que ela não teve a mesma preocupação com as filhas quando mandou matar o pai delas. “De mais a mais, a vítima do aludido delito é Toni da Silva Flor, genitor das filhas da agravante, a revelar a despreocupação e indiferença de Ana Cláudia de Souza Oliveira Flor para com sua prole, pois não se olvidou em arquitetar e mandar executar a morte do pai das meninas, a evidenciar que a sua presença não garantiria a proteção integral das crianças”, diz outro trecho.

Morte de Toni Flor

Conforme do Ministério Público Estadual (MPE), Ana Claudia contratou Igor Espinosa para atirar e matar Toni. O valor acordado era de R$ 60 mil, mas a acusada só teria repassado R$ 20 mil. Ainda de acordo com o Ministério Público, o executor gastou todo o dinheiro em festas no Rio de Janeiro.

Igor foi condenado a 22 anos de prisão, em regime inicial fechado. Já os intermediadores do crime, Wellington Honório Albino, Dieliton Mota da Silva  e Ediane Aparecida da Cruz Silva foram sentenciados a penas que variam entre 16 a 18 anos de prisão.

Sandro Lúcio dos Anjos da Cruz Silva foi absolvido do crime de falso testemunho.

Fonte: odocumento

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