O ditador Nicolás Maduro confirmou, na tarde deste sábado, 16, que vai se candidatar para mais um mandato como presidente da Venezuela. O anĂşncio se deu por meio do Twitter/X oficial da PresidĂŞncia do paĂs sul-americano.
Por meio da rede social, afirmou-se que o ditador “aceitou” a indicação para ser novamente o representante do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) na disputa. Criticada por organismos internacionais pela ausência de lisura do processo e pela falta de candidatos de oposição, a eleição presidencial venezuelana está .
“Tenho andado pelas ruas num lindo reencontro com o povo, viajando de ponta a ponta do nosso paĂs”, disse Maduro, em trecho de seu discurso — já como candidato oficial Ă reeleição — que teve transmissĂŁo por parte do . “Aonde quer que vocĂŞ vá, o que vocĂŞ encontra Ă© um povo patriĂłtico, cheio de heroĂsmo, mas, acima de tudo, cheio de esperança.”
#EnVivo ????| LĂder Bolivariano @NicolasMaduro acepta candidatura del Partido Socialista Unido de Venezuela a la ElecciĂłn Presidencial.https://t.co/dbEzkVBBR2
— Prensa Presidencial (@PresidencialVen) March 16, 2024
Sucessor de Hugo Chávez (1954-2013) na ditadura socialista na qual a Venezuela se transformou nas últimas décadas, Maduro está no poder de forma ininterrupta desde 2013.
Eleição na Venezuela: com Nicolás Maduro, mas sem principais opositores

A convenção do PSUV para confirmar a candidatura do ditador Nicolás Maduro ocorre no momento em que a ausĂŞncia de opositores na eleição Ă© alvo de crĂticas por parte da comunidade internacional. Há, alĂ©m disso, denĂşncias de perseguição polĂtica contra quem se posiciona de forma contrária ao regime socialista.
Depois de prometer realizar eleições livres, a ditadura venezuelana barrou a candidatura de MarĂa Corina Machado, principal nome de oposição. A UniĂŁo Europeia , que foi tomada em fevereiro pelo Poder Judiciário local, que está sob controle dos socialistas.
TambĂ©m no mĂŞs passado, o regime prendeu a militante opositora RocĂo San Miguel. Advogada, ela . Situação que incomodou cinco paĂses da AmĂ©rica Latina, que assinaram nota em conjunto cobrando a libertação da ativista.
O Brasil, a saber, nĂŁo fez parte dos signatários que criticaram a prisĂŁo de RocĂo. Pelo contrário, aliás. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já recebeu Maduro no Brasil , ironizou a situação venezuelana. De acordo com o petista, os contrários ao ditador socialista .
Fonte: revistaoeste





