Uma mulher de 60 anos recuperou R$ 4.500 após transferir o valor por engano via Pix para um desconhecido em Barra do Garças, no interior de Mato Grosso. O dinheiro foi estornado depois que a Polícia Civil localizou o destinatário e orientou sobre a devolução imediata.
O caso foi registrado na noite de quinta-feira (29). Assim que percebeu o erro na transação, a vítima tentou contato com quem recebeu o valor, por meio de ligações e mensagens, mas não obteve qualquer retorno.
Diante da ausência de resposta, a mulher procurou a delegacia. Conforme informações da Central de Flagrantes, a equipe de investigação de plantão iniciou diligências para identificar e localizar o recebedor do Pix feito de forma equivocada.
Após o rastreamento, os policiais conseguiram encontrar a pessoa que estava com o valor. Durante a abordagem, os investigadores explicaram que a transferência havia sido realizada por engano e esclareceram que a manutenção do dinheiro poderia gerar consequências legais.
Os policiais também orientaram que a retenção de quantia recebida indevidamente pode configurar crime de apropriação indébita, reforçando a necessidade de restituição imediata à conta de origem. Diante das explicações, o destinatário acessou a própria conta bancária para conferir a movimentação.
Em seguida, foi feito o estorno integral do valor. Pouco tempo depois, a vítima retornou à unidade policial e confirmou que os R$ 4.500 já estavam novamente disponíveis em sua conta, encerrando a ocorrência.
Orientações sobre transferências Pix por engano
O episódio chama atenção para situações cada vez mais comuns envolvendo transferências instantâneas. Em casos como esse, a recomendação é tentar contato imediato com o recebedor e, não havendo resposta, procurar a autoridade policial para registro do fato.
Segundo a Polícia Civil, a devolução do valor deve ser feita diretamente para a conta de origem. Não é indicado repassar o dinheiro a terceiros, prática que pode gerar complicações adicionais e dificultar a comprovação da restituição.
Outro ponto destacado pelos investigadores é que, ao constatar um recebimento indevido, o destinatário deve agir prontamente. A omissão ou demora injustificada pode resultar em responsabilização criminal, conforme a legislação vigente.
Atuação policial e próximos passos
No caso registrado em Barra do Garças, a rápida atuação da equipe de plantão foi decisiva para a solução sem necessidade de medidas judiciais mais complexas. A ocorrência foi finalizada após a confirmação do estorno pela vítima.
A Polícia Civil orienta que situações semelhantes sejam comunicadas imediatamente às autoridades, garantindo segurança jurídica para ambas as partes e evitando prejuízos financeiros. As informações foram confirmadas pela Central de Flagrantes responsável pelo atendimento do caso.
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Fonte: cenariomt






