Policiais penais impediram a entrada de uma substância análoga à maconha na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, neste domingo (25), após identificarem um invólucro escondido junto ao corpo de uma visitante. Segundo a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), a detecção ocorreu por volta das 12h, durante uma inspeção com equipamento de escaneamento corporal, conhecido como body scan.
De acordo com as informações divulgadas pela secretaria, a mulher confirmou que o material seria entregue ao marido, que está custodiado na unidade prisional. Após a inspeção, ela retirou voluntariamente o invólucro e o entregou às servidoras responsáveis pelo procedimento.
A visitante foi encaminhada à Central de Flagrantes de Cuiabá para as providências legais cabíveis. A substância foi identificada inicialmente como material análogo à maconha, sem informação sobre a quantidade apreendida ou eventual resultado de perícia que confirme sua composição.
Como o equipamento identificou o material
O body scan é utilizado em procedimentos de inspeção corporal para identificar objetos ou volumes ocultos que podem não ser perceptíveis em uma revista convencional. No caso registrado na Penitenciária Central do Estado, o equipamento permitiu localizar um invólucro escondido junto ao corpo da visitante.
Conforme a Sejus, a inspeção eletrônica faz parte dos protocolos de segurança adotados nas unidades prisionais estaduais. A medida busca detectar objetos proibidos e reduzir os riscos associados à entrada de materiais não autorizados nos estabelecimentos penais.
O que acontece após a ocorrência
O encaminhamento à Central de Flagrantes permite que a autoridade policial avalie os fatos e adote as medidas previstas em lei. A responsabilização depende da apuração das circunstâncias e dos elementos reunidos pelas autoridades competentes.
A legislação brasileira prevê consequências penais para condutas relacionadas à introdução ou ao ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais, conforme o enquadramento jurídico dos fatos. No entanto, a definição de eventual responsabilidade no caso depende da investigação, e o encaminhamento policial, por si só, não representa condenação.
Segurança nas unidades prisionais
A tentativa de entrada de substâncias proibidas representa um desafio para o controle de acesso às unidades prisionais. A utilização de equipamentos de inspeção eletrônica integra as medidas destinadas a identificar materiais que possam comprometer a segurança de pessoas custodiadas, visitantes e servidores.
Até as informações divulgadas pela Sejus, não foram apresentados detalhes sobre a quantidade de substância localizada, a conclusão de eventual perícia ou o andamento posterior do procedimento policial. A reportagem não acrescenta informações sobre essas etapas sem confirmação oficial.
O caso reforça a importância dos procedimentos de revista e dos mecanismos de fiscalização nas unidades prisionais. Para acompanhar novas informações sobre a ocorrência e outras ações de segurança pública, consulte os comunicados oficiais dos órgãos responsáveis.
Reportagem baseada em informações divulgadas pela Secretaria de Estado de Justiça de Mato Grosso (Sejus).
Fonte: cenariomt





