“Não há o que se falar em transição. É igual aquela corrida de bastão. Um entrega o bastão para o outro e ele continua correndo”, disse Mauro, ao comparar a mudança no comando do Executivo estadual.
O governador negou ter dado orientações prévias a Pivetta sobre condução da gestão ou intervenções na equipe. “Primeiro eu tenho que falar para ele, depois eu conto para vocês”, afirmou. Também descartou ter pedido a permanência de secretários no governo.
Mauro confirmou que as mudanças no primeiro escalão devem ocorrer em função da desincompatibilização de integrantes que pretendem disputar as eleições. Devem deixar os cargos Fabio Garcia (Casa Civil), Alan Porto (Educação), Gilberto Figueiredo (Saúde), coronel César Roveri (Segurança) e Allan Kardec (Tecnologia).
Além deles, Cidinho Santos também deixa a presidência do conselho da Nova Rota do Oeste. Mauro afirmou ainda que há possibilidade de saída do secretário de Fazenda, Rogério Gallo – para ser seu suplente ao Senado, embora a decisão não esteja confirmada.
Segundo o governador, a estrutura administrativa está consolidada para seguir sem alterações no funcionamento. “A máquina está com maturidade para continuar nesse momento”, disse.
Ao comentar a saída do cargo, Mauro afirmou que deixa o governo com sensação de dever cumprido e evitou projetar próximos passos políticos. “É muito prematuro falar sobre isso”, declarou.
Fonte: Olhar Direto





