Astro ganha visibilidade no céu de janeiro e caminha para o Quarto Crescente com brilho persistente
Nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, a Lua apresenta-se em sua fase crescente, caracterizada pelo aumento progressivo da área iluminada visível a partir da Terra. Após o ápice da fase Nova, ocorrido no último dia 18, o satélite natural agora se desloca em sua órbita de modo a refletir uma maior porção da luz solar para o nosso planeta. Atualmente, a Lua encontra-se em um estado de transição, ganhando corpo e luminosidade a cada noite, preparando o cenário celeste para o primeiro quarto do ciclo lunar deste mês.
A pergunta “Qual a fase da Lua hoje?” é uma das buscas mais frequentes nos portais de notícias e reflete a profunda conexão da rotina humana com os fenômenos astronômicos. Entender o estágio atual do satélite é fundamental não apenas para astrônomos amadores, mas também para profissionais de diversas áreas, desde a navegação marítima até a agricultura de precisão. Nesta quinta-feira, a observação pode ser feita ainda durante o período da tarde, antes mesmo do pôr do sol, quando o disco lunar começa a surgir timidamente no horizonte leste.
O funcionamento do ciclo lunar e a transição atual
O ciclo lunar, conhecido como mês sinódico, possui uma duração média de 29,5 dias. Durante esse trajeto, a posição relativa da Lua, da Terra e do Sol muda constantemente. Na data de hoje, a Lua está saindo da sua fase inicial “convexa” e caminha para se tornar um semicírculo perfeito. Este fenômeno ocorre porque a Lua se move cerca de 13 graus para o leste no céu a cada 24 horas. Esse deslocamento faz com que o ângulo de iluminação solar mude, revelando gradualmente os mares e crateras da superfície lunar.
É importante destacar que a Lua pode parecer mais ou menos brilhante dependendo das condições atmosféricas locais, mas a sua fase é um dado geométrico exato. Muitas vezes, o observador tem a impressão de que a Lua permanece em uma fase específica por vários dias, como o auge da Lua Cheia ou da Lua Nova. No entanto, tecnicamente, o momento exato de cada fase dura apenas um instante astronômico; o que vemos nos dias adjacentes é a transição contínua que compõe a beleza dinâmica do cosmos.
Influência natural e importância da observação
A influência da Lua sobre a Terra é um fato científico consolidado pela física gravitacional. Atualmente, em sua fase crescente, a Lua exerce uma força de atração que, somada à do Sol, regula o movimento das marés de forma moderada. Diferente das marés de sizígia (que ocorrem na Lua Cheia e Nova e são mais intensas), o período atual apresenta marés de quadratura, onde a variação entre a maré alta e a baixa é menos drástica. Este equilíbrio é vital para os ecossistemas costeiros e para a vida marinha que depende da estabilidade das correntes.
Historicamente, a observação lunar permitiu que as primeiras civilizações organizassem suas colheitas e rituais sociais. Hoje, a busca por informações sobre o satélite é motivada pelo desejo de compreender o ambiente em que vivemos. Saber a fase da Lua auxilia fotógrafos que buscam a iluminação perfeita e entusiastas que desejam observar as constelações adjacentes, já que o brilho excessivo de uma Lua Cheia pode ofuscar outros objetos celestes menos luminosos.
Calendário Lunar de Janeiro de 2026
Para o planejamento de atividades noturnas e observação astronômica, confira as datas das quatro fases principais deste mês:
- Lua Nova: 18 de janeiro (fase já concluída, início do ciclo).
- Quarto Crescente: 26 de janeiro (quando 50% do disco estará iluminado).
- Lua Cheia: 01 de fevereiro (ápice da luminosidade noturna).
- Quarto Minguante: 10 de fevereiro (início do declínio da face iluminada).
A transição que presenciamos hoje, 22 de janeiro, situa-se exatamente entre a Lua Nova e o Quarto Crescente, oferecendo um espetáculo de iluminação crescente que valoriza as sombras das montanhas lunares.
Conclusão
Acompanhar os ciclos da Lua é um exercício de conexão com o tempo natural, muitas vezes esquecido na agitação urbana. Nesta quinta-feira, a Lua crescente nos convida a olhar para cima e reconhecer a mecânica perfeita do sistema solar. Independentemente de objetivos práticos ou científicos, o brilho do satélite natural continua a ser uma fonte de inspiração e ordem em nossa percepção do universo.
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Fonte: cenariomt






