Elon Musk demitiu a equipe responsável pela rede de recarga Supercharger, da Tesla. Também dispensou dois executivos seniores e centenas de funcionários, gerando incerteza sobre o futuro da empresa. As informações são do The New York Times.
Pelo Twitter/X, Elon Musk não falou exatamente das demissões, mas quanto ao futuro da montadora de carros elétricos. “A Tesla ainda planeja expandir a rede Supercharger”, afirmou o empresário. Disse que esse crescimento será “apenas em um ritmo mais lento para novos locais e mais foco em 100% de tempo de atividade e expansão dos locais existentes.”
Elon Musk tinha divulgado internamente que os executivos Rebecca Tinucci e Daniel Ho, e cerca de 500 pessoas do grupo Supercharger deixariam a empresa. Ex-funcionários chegaram a publicar e questionar nas redes sociais sobre os acordos fechados pelo CEO da Tesla com General Motors, Ford Motor e outras montadoras para o uso da tecnologia.
Os acordos fechados por Musk deram visibilidade Ă empresa, alĂ©m de uma enorme influĂŞncia dentro da indĂşstria automobilĂstica. Isso porque as pessoas hesitavam em comprar carros elĂ©tricos de outras marcas em decorrĂŞncia da demora de carregamento.
Elon Musk visita China
, a convite do Conselho ChinĂŞs para a Promoção do ComĂ©rcio Internacional (CCPIT). A ida ao paĂs asiático teve como objetivo para discutir sobre uma possĂvel cooperação futura.
O CEO da Tesla visa a implentar a tecnologia Full Self-Driving (FSD) na China. O sistema cuida do modo de condução autĂ´noma em carros Tesla no paĂs asiático. O objetivo tambĂ©m seria transferir dados coletados para treinar seus algoritmos.

Atualmente, o FSD está disponĂvel em paĂses incluindo os EUA, mas nĂŁo na China. O paĂs Ă© o segundo maior mercado da Tesla, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A Tesla Gigafactory em Xangai, que iniciou suas atividades em 2020, Ă© o maior centro de produção da marca no mundo.
Fonte: revistaoeste





