O Dia das Mães deve aquecer o comércio e os serviços em Mato Grosso, com expectativa de movimentar R$ 731 milhões na economia estadual. O valor representa um crescimento expressivo em relação ao ano passado, quando a previsão era de R$ 414,7 milhões.
A estimativa é do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), que ouviu 511 pessoas, entre os dias 16 e 23 de abril, em 32 municípios do estado. Segundo a pesquisa, 58% dos mato-grossenses pretendem comprar presentes para a data.
Em 2025, esse índice era de 53,4%. Além do aumento no número de consumidores, o valor médio que deve ser gasto também subiu: passou de R$ 237,30 no ano passado para R$ 324,16 neste ano, alta real de 31,17%.
Apesar do aumento, a maior parte dos entrevistados pretende manter os gastos dentro de um orçamento mais controlado. Ao todo, 64,9% disseram que devem gastar até R$ 300 com produtos e serviços para presentear as mães.
Presentes que aquecem o coração no Dia das Mães
Pesquisa mostra quais são os itens mais procurados pelos consumidores para celebrar essa data especial.
🌸 Cosméticos e perfumes lideram a lista
Entre os itens mais procurados, cosméticos e perfumes aparecem na liderança, com 26% das intenções de compra.
Roupas
25,3%
Sapatos e acessórios
10,5%
Joias e correlatos
7,1%
E ainda tem quem esteja em dúvida: 13,5% dos consumidores afirmaram que ainda não decidiram o que comprar para presentear no Dia das Mães.
Dados reforçam como a data movimenta o comércio e inspira escolhas cheias de carinho.
Na hora de pagar, o Pix deve ser o meio mais utilizado, escolhido por 43,2% dos consumidores. O cartão de crédito aparece logo depois, com 40,2%, seguido pelo cartão de débito, com 7,8%.
As lojas do centro das cidades devem concentrar a maior parte das compras, com 67,2% da preferência dos entrevistados. Shopping centers aparecem com 12,8%, enquanto sites e aplicativos somam 8,4%.
Procon alerta para golpes
Com o aumento da movimentação no comércio, o Procon Municipal de Cuiabá orienta os consumidores a planejarem as compras com antecedência. A recomendação é definir quanto pode gastar, pesquisar preços em diferentes lojas e desconfiar de ofertas muito abaixo do valor de mercado, principalmente em sites, aplicativos e redes sociais.
O órgão também reforça a importância de exigir nota fiscal, já que o documento é essencial para acionar garantia, solicitar troca em caso de defeito ou registrar reclamações.
Nas compras feitas pela internet, telefone ou fora do estabelecimento comercial, o consumidor tem direito de arrependimento. Isso significa que pode desistir da compra em até sete dias, contados a partir do recebimento do produto ou da assinatura do contrato, com devolução integral do valor pago.
Já nas compras presenciais, a loja não é obrigada a trocar produtos sem defeito por motivo de gosto, tamanho ou cor, a menos que tenha informado essa possibilidade ao cliente. Por isso, a orientação é pedir que as regras de troca estejam claras no comprovante, etiqueta ou documento da compra.
Em caso de defeito, valem os prazos previstos no Código de Defesa do Consumidor: 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para produtos duráveis. Após ser comunicada, a empresa tem até 30 dias para resolver o problema. Se isso não acontecer, o consumidor pode pedir a troca do produto, a devolução do dinheiro ou o abatimento proporcional do preço.
Fonte: primeirapagina




