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Descubra qual peixe sem espinhas é ideal para fritar em casa!

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Você já se pegou pensando qual peixe não tem espinho para fritar bem no meio da semana, quando a fome pede algo rápido, crocante e sem sustos na hora de mastigar? Pois é.

Essa dúvida aparece muito mais do que parece e não é frescura. Ninguém merece um peixe lindo por fora e tenso por dentro, cheio de espinhos escondidos. E então, bora resolver isso de vez.

Qual peixe não tem espinho para fritar?

Qual peixe não tem espinho para fritar

Afinal, qual peixe não tem espinho para fritar? Essa é a dúvida de ouro, né? Porque toda vez que alguém fala “esse peixe não tem espinho”, a gente já suspeita. Mas a verdade é que não é bem assim.

Existem espécies que, depois de limpas corretamente, praticamente não apresentam espinhos na carne. Isso não quer dizer que o bicho nasceu sem estrutura óssea, mas sim que a retirada completa é viável e, mais importante: funciona.

O cação, por exemplo, é um peixe cartilaginoso, tipo tubarão, o que significa que ele não tem espinhas finas se espalhando por todo o corpo como os peixes ósseos.

Depois de limpo, ele vira praticamente uma peça inteira, lisinha, que você pode empanar e fritar tranquilamente. Outro bom exemplo é a raia, que também tem cartilagem em vez de espinhos.

Mas se vamos falar dos peixes mais comuns, o filé de tilápia, por exemplo, é campeão nesse quesito. Quando bem cortado, o resultado é um filé limpinho, só o filé mesmo, sem nada pra te surpreender no meio da mordida.

O mesmo vale para o filé de pescada branca, que, aliás, é um dos queridinhos de quem quer fritura sequinha e rápida. Outro exemplo menos falado, mas excelente, é o filé de linguado: carne firme, sabor suave e zero dor de cabeça.

Esses peixes são processados com foco justamente em evitar espinhos residuais. E aqui entra o pulo do gato: o segredo está mais no corte do que no peixe em si.

Quais os melhores peixes para fritar sem se preocupar com espinhos?

Pra quem quer ir direto ao ponto e fritar sem medo de mastigar um ossinho, esses aqui são certeiros. Mas não basta escolher o peixe: o corte e o preparo contam muito. Olha só a lista dos mais indicados:

  • Cação: Já falamos dele, mas vale reforçar. A carne é firme, não desmancha fácil na fritura e, melhor ainda, não tem espinhos. Só cartilagem no centro, fácil de remover.
  • Raia: Pouco comum na maioria das casas, mas surpreendente. A carne tem textura suave e sabor marcante. Também sem espinhas, só cartilagem nas “asas”.
  • Tilápia (em filé): super acessível, carne branca, textura firme e, quando bem cortada, zero espinhos. Ótima pra marinadas leves e empanados crocantes.
  • Pescada branca: outro clássico da fritura. A versão em filé costuma vir limpinha e o sabor é neutro, o que ajuda a brincar com temperos.
  • Linguado: leve e refinado, perfeito pra quem curte algo mais delicado. Também costuma vir sem espinhos se for filé de qualidade.
  • Saint Peter: que na real é tilápia vermelha, mas com nome gourmet. Mesmo perfil de sabor e mesma facilidade de fritar.

Esses peixes têm em comum uma carne que “segura” bem a fritura. Ou seja, não esfarelam fácil, não soltam água demais e pegam crocância rapidinho.

E sim, pode confiar nesses nomes se o objetivo for se livrar do drama das espinhas. Desde que o filé seja de boa procedência, sua experiência vai ser leve no prato e na boca.

Como preparar o peixe para fritar sem risco de espinha?

Agora que você já sabe qual peixe não tem espinho para fritar, vamos falar da parte prática de verdade. Não adianta escolher o peixe certo e pular o preparo. Esse cuidado muda tudo no resultado final.

Antes da fritura, pense nesses passos:

  1. Inspeção tátil: Passe a mão no sentido contrário das fibras do filé. Espinha solta aparece fácil ao toque.
  2. Uso de pinça: Uma pinça comum resolve. Puxe com firmeza, sempre no mesmo sentido da espinha.
  3. Secagem correta: Papel-toalha é seu aliado. Filé úmido espirra óleo e frita mal.
  4. Empanamento estratégico: Farinha, ovo e farinha novamente criam uma camada que ajuda a manter a carne íntegra.
  5. Óleo quente, sem pressa: Óleo frio encharca; óleo muito quente queima por fora e deixa cru por dentro. O ponto certo sela rápido.

Esse preparo também influencia na textura. Peixe bem tratado não resseca, não quebra e mantém sabor limpo, sem aquele gosto estranho de fritura mal feita.

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Conclusão

Em resumo, sim, dá pra fritar peixe sem se preocupar com espinhos e com muito sabor, viu?

A resposta pra “qual peixe não tem espinho para fritar” tá nas escolhas certas: tilápia, linguado, pescada, saint peter… todos são ótimos, desde que venham em cortes bem feitos, preferencialmente em filé.

E mais: observar o peixe antes do preparo, evitar marcas duvidosas e fritar com calma fazem toda diferença. Foca no filé limpo, tempera com carinho e bora fritar sem medo. Espinho agora? Só o de rosa.

Aproveite as dicas e até a próxima!

Fonte: espetinhodesucesso

Sobre o autor

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Carlos Miranda

Business consultant | Gastronomo | Chef Executivo | Pitmasters | Chef proprietário OSSOBUCO Outdoor Cooking