Na hora de guardar dinheiro, muita gente fica em dúvida entre CDB ou poupança, duas opções bastante populares entre os brasileiros e comuns para quem está começando a investir ou busca segurança.
Embora ambas sejam consideradas investimentos conservadores, elas funcionam de formas diferentes e atendem a perfis distintos de poupadores.
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Entender essas características ajuda a tomar decisões mais conscientes sobre onde aplicar o dinheiro.
As diferenças em rentabilidade, liquidez e regras de funcionamento podem impactar diretamente o valor final acumulado ao longo do tempo, especialmente para quem tem objetivos de médio e longo prazo.
Poupança: simplicidade e fácil acesso


A poupança é conhecida pela praticidade e pelo baixo risco. O dinheiro pode ser sacado a qualquer momento e não há cobrança de Imposto de Renda para pessoas físicas.
No entanto, o rendimento é limitado e depende da taxa Selic. Quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR). Em cenários de juros mais baixos, o rendimento é ainda menor.
CDB: mais rendimento com baixo risco


O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título emitido por bancos e, em geral, oferece rentabilidade superior à poupança.
Muitos CDBs rendem um percentual do CDI, que costuma acompanhar de perto a Selic. Além disso, contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para valores de até R$ 250 mil por CPF e instituição.
CDB ou poupança: Qual vale mais a pena?
Na comparação entre CDB ou poupança, o CDB costuma ser mais vantajoso para quem pode deixar o dinheiro aplicado por mais tempo e busca melhor rendimento.
Já a poupança pode ser útil para reservas de curtíssimo prazo ou para quem prioriza total simplicidade. Avaliar objetivos, prazos e necessidade de liquidez é essencial antes de escolher onde investir.
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Fonte: cenariomt






