O ciclo lunar avança em sua fase gibosa, preparando o ápice da iluminação para o próximo final de semana
Nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, quem olhar para o céu notará um satélite natural quase imponente em sua totalidade. A Lua encontra-se atualmente na fase Gibosa Crescente. Após ter passado pelo marco do Quarto Crescente no início da semana, o astro agora exibe cerca de 85% de sua face visível iluminada pelo Sol, caminhando a passos largos para se tornar a segunda Lua Cheia deste ano.
Diferente das fases mais sutis, a configuração desta quinta-feira proporciona uma luminosidade que reflete intensamente na paisagem terrestre. Para os entusiastas da observação, este é um momento privilegiado: a Lua nasce ainda durante o dia, no final da tarde, e atinge o ponto mais alto do céu poucas horas após o pôr do sol, permanecendo visível durante quase toda a madrugada.
A ciência por trás da fase Gibosa Crescente
A pergunta “qual a fase da Lua hoje?” é comum em momentos de transição como este. O termo “Gibosa” deriva do latim e refere-se a algo corcunda ou protuberante, uma descrição perfeita para o formato atual do disco lunar, que já superou o semicírculo mas ainda não completou o círculo perfeito. Este fenômeno ocorre porque o ângulo entre a Terra, a Lua e o Sol está se aproximando de 180 graus.
Nesta fase, as crateras lunares na borda do disco são menos visíveis do que no início do ciclo, mas o brilho refletido pelos “mares” lunares (planícies de basalto) torna-se o grande destaque. É o período ideal para fotografias que capturam a Lua integrada a paisagens urbanas ou horizontes naturais, dada a sua forte presença visual logo no crepúsculo.
Impactos naturais e o ritmo das marés
A influência lunar nesta quinta-feira já começa a ser sentida com mais força nas marés. À medida que a Lua se alinha para a fase cheia, as forças gravitacionais combinadas com as do Sol geram as chamadas “marés de sizígia” ou marés vivas. Isso resulta em variações mais acentuadas entre a maré alta e a maré baixa, um fator crucial para a navegação e para o ecossistema das zonas costeiras.
Além da física oceânica, o ciclo lunar exerce um papel cultural profundo. O acompanhamento diário das fases ajuda a entender a passagem do mês sob uma perspectiva astronômica, desconectada dos relógios digitais e vinculada ao movimento orbital que define a vida na Terra há bilhões de anos.
Calendário Lunar: O caminho para a Lua Cheia
Para fechar o mês de janeiro de 2026, as principais fases lunares foram distribuídas da seguinte forma:
- Lua Cheia: 2 de janeiro (Ocorrida)
- Lua Minguante: 10 de janeiro (Ocorrida)
- Lua Nova: 18 de janeiro (Ocorrida)
- Quarto Crescente: 26 de janeiro (Ocorrida)
- Ápice da Lua Cheia: 1 de fevereiro (Próxima fase principal)
A noite de hoje, 29 de janeiro, serve como um prelúdio para o espetáculo do próximo domingo, quando teremos o disco 100% iluminado.
Conclusão Editorial
Observar a Lua nesta quinta-feira é testemunhar a evolução constante dos ciclos naturais. Em um mundo de respostas rápidas, o satélite nos ensina sobre a paciência da transição. A Lua Gibosa Crescente de hoje é um lembrete de que a plenitude está próxima, mas que cada estágio do crescimento possui sua própria beleza e importância científica.
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Fonte: cenariomt






