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Belo Horizonte pode não ter mar, mas tem uma gastronomia que compensa qualquer ausência de litoral. Do tradicional Xapuri, símbolo da cozinha mineira de raiz, às criações contemporâneas do chef Léo Paixão no Glouton, a capital combina herança e invenção. A síntese dessa identidade veio em 2019, quando a cidade recebeu da Unesco o título de Cidade Criativa da Gastronomia.
Entre restaurantes clássicos, mercados históricos e balcões que atravessam gerações, veja 12 endereços que ajudam a entender por que Belo Horizonte é sinônimo de comer bem:
1. Xapuri
Na ativa desde 1987 em uma chácara na Pampulha, o Xapuri é o lugar ideal para provar um banquete mineiro de raiz. O ambiente, com mesas de madeira, fogão a lenha e muito verde ao redor, recria um clima de fazenda. No cardápio, clássicos como frango caipira, carne de panela, tutu, lombo, torresmo, pastel de angu e outras delícias servidas à la carte antecedem um inevitável bufê de sobremesas com mais de 30 variedades, todas produzidas na casa.
2. Glouton
O bairro de Lourdes concentra os endereços mais sofisticados, a exemplo do Glouton. Primeira casa do chef Léo Paixão, formado em Paris e conhecido pelo programa Mestre do Sabor, o restaurante combina técnica francesa com ingredientes brasileiros. O salão elegante fica mais descontraído graças à cozinha envidraçada, de onde sai um menu fechado no jantar, sob reserva. Entre os pratos podem aparecer o gaspacho amarelo com sorbet de pepino, sunomono e melão ao perfume de menta, e o camarão com ravióli de foie gras ao molho bisque cremoso com pimenta-verde. Paixão ainda está à frente do italiano Ninita.
3. Pacato
Também do elenco do Mestre do Sabor, mas como competidor, o chef Caio Soter é outra promessa da cena gastronômica de Belo Horizonte. À frente do Pacato, aberto no fim de 2021, ele busca trazer toques inventivos à cozinha mineira. A inspiração da gastronomia vem da chamada cozinha de quintal, e transforma ingredientes como milho, feijão, mandioca, porco e frango em criações autorais. No almoço, é possível optar por pratos do dia, como o costelão braseado, o frango assado e a picanha do sol com guarnições como o mexidinho com ovos confit. Há ainda o cardápio regular e menu-degustação, à noite.
4. Cantina do Lucas
O histórico Edifício Maletta, no Centro, enfileira bares na varanda que vendem cerveja barata e petiscos triviais, atraindo um público eclético para a happy hour. No térreo, porém, mora um clássico da cidade: a Cantina do Lucas, aberta em 1962 e tombada como patrimônio cultural de BH. O restaurante preserva a atmosfera de outras décadas com garrafas penduradas e toalhas tradicionais, além de contar com um cardápio extenso, com receitas como o filé à parmegiana, peixes e massas clássicas. O serviço atencioso completa o ambiente.
5. Birosca Restaurante & Deli
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Depois de mais de uma década no bairro de Santa Tereza, a chef Bruna Martins – ex-participante do Mestre do Sabor – levou o Birosca S2 para Lourdes e inaugurou uma nova fase da casa, agora batizada de Birosca Restaurante & Deli. O espaço funciona ao longo do dia como restaurante e delicatessen, com café de blend próprio, sanduíches e produtos artesanais para levar para casa. No cardápio, aparecem pratos como o atum selado com mandioconese, a burrata servida com abóbora e baru e o mignon ao poivre verde com mandioca rosti e queijo Canastra.
6. Café Nice
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Um dos lugares mais simbólicos do centro de Belo Horizonte, o Café Nice atravessa gerações desde 1939, no mesmo endereço da Avenida Afonso Pena, de frente para a Praça Sete de Setembro. Reaberto em setembro de 2025, o balcão segue como ponto de encontro apressado – e, ao mesmo tempo, afetivo – de quem circula pela região. Ao longo das décadas, foi cenário de conversas de personagens marcantes da cidade e preserva nas paredes fotos que ajudam a contar essa história. No cardápio, o café coado divide espaço com pão de queijo, sanduíches, omeletes e doces clássicos.
MERCADO CENTRAL
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Aberto em 1929, o Mercado Central de Belo Horizonte ocupa cerca de 14 mil metros quadrados e reúne quase 500 bancas que condensam a alma mineira em um só endereço. Parada obrigatória na cidade, o mercado é um mergulho nos sabores e tradições do estado. Lá, queijos artesanais, doces típicos, cachaças, cafés, ervas, artesanato e artigos religiosos dividem espaço com bares animados.
7. Bar da Lora
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Nos corredores do Mercado Central, o Bar da Lora é símbolo da botecagem raiz. Nascido em um balcão compacto, ganhou força sob o comando de Eliza, a primeira mulher a liderar um bar no mercado, que transformou o endereço em referência na cidade. Entre cervejas geladas e atendimento direto, desfilam clássicos como o fígado acebolado com jiló, o torresmo de barriga e o filé na chapa com mandioca. Hoje, com unidades também na Savassi e na Praça Raul Soares, o bar mantém sua essência como ponto de encontro com comida farta.
8. Comercial Sabiá
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No vai e vem do Mercado Central, o Comercial Sabiá é daqueles balcões em que os clientes se acotovelam sem cerimônia. A broa de fubá e o pão de queijo recheado com pernil são pedidos quase automáticos, acompanhados do café coado. O endereço nasceu como uma pequena tabacaria no Centro, mas foi o cafezinho que tomou a frente e moldou a identidade da casa. Hoje, o cuidado começa na escolha de grãos mineiros selecionados e termina na xícara, num ritual que atravessa gerações.
9. Tradicional Limonada
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A Tradicional Limonada está em funcionamento desde 1938. Sob o comando da mesma família, o lugar transformou uma receita simples – água, limão e açúcar – em marca registrada. A versão clássica segue como a mais pedida, mas o cardápio foi ampliado nos últimos anos com combinações com gengibre, mate e hibisco, além da “Caip do Vô”, que leva cachaça. Sempre concorrida e com filas frequentes nos fins de semana, a casa inaugurou, em 2025, uma nova unidade dentro do próprio mercado.
MERCADO NOVO
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Inaugurado em 1963, o Mercado Novo passou por uma revitalização que reposicionou o prédio histórico no mapa da cidade. O espaço, originalmente concebido para ser um novo mercado municipal, hoje combina estética retrô com ocupações contemporâneas e reúne bares, restaurantes, ateliês e iniciativas culturais que movimentam a cidade. A programação musical e a proposta gastronômica, que revisita receitas tradicionais em versões atualizadas, transformaram o endereço em ponto certo para o happy hour e para a noite belo-horizontina.
10. Cozinha Tupis
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A Cozinha Tupis ajudou a consolidar o prédio revitalizado como destino gastronômico. Com cozinha aberta e balcão voltado para o preparo dos pratos, a casa destaca ingredientes regionais. No almoço, o PF do dia trabalha com insumos frescos de fornecedores locais, com opções com carne e vegetariana. Lá, há também os acepipes servidos em marmitinhas, petiscos que reinterpretam clássicos de boteco.
11. Odeon Bebidas a Granel
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A Odeon Bebidas a Granel se destaca pelas 14 torneiras: são 12 de chope, resultado da parceria com a Cervejaria São Sebastião e a Cervejaria Mills, além de uma torneira de refrigerante natural e outra de água com gás, oferecida como cortesia. O clima é informal, com público distribuído principalmente no balcão. Para acompanhar, entram em cena petiscos como o torresmo crocante e a linguiça mineira.
12. A Pão de Queijaria
Como é de se imaginar, o tradicionalíssimo pão de queijo é presença fácil em cafés, empórios e lanchonetes da capital. Um dos lugares mais incensados para provar esse patrimônio é A Pão de Queijaria, com quatro unidades na cidade, inclusive uma no Mercado Novo. A qualidade e a pegada gourmet parecem justificar os preços acima da média, já que os quitutes da casa são produzidos à base de queijos do estado, como d’Alagoa, Canastra e do Serro, e importados, caso do gruyère. Há ainda versões recheadas inventivas, como o Chovinista (com costelinha de porco desfiada, queijo minas derretido, couve frita e bacon) e o Pernil de Lata (com pernil suíno, queijo minas e chutney de maçã).
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