Com a colheita do algodão concluída nas propriedades de Mato Grosso, o setor produtivo concentra esforços nas medidas de proteção sanitária para o período de entressafra. Entre 4 e 10 de outubro, os agricultores intensificaram os trabalhos de manejo pós-colheita e preparação das áreas para o vazio sanitário, conforme relatório do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), ligado à Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), em parceria com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Enquanto as algodoeiras aceleram o processamento final da pluma, nas lavouras o foco está na eliminação dos restos culturais. As medidas incluem a retirada dos rolinhos remanescentes, a destruição completa das soqueiras e o controle de plantas voluntárias, etapas fundamentais para reduzir os riscos fitossanitários entre as safras.
Para conter a proliferação do bicudo-do-algodoeiro durante o período de interrupção do cultivo, as equipes também intensificaram a instalação de armadilhas e tubos mata-bicudo nas bordas dos talhões. As ações buscam eliminar possíveis focos da praga e preservar as condições sanitárias das áreas para os próximos ciclos produtivos.
Fonte: cenariomt





