Economia

Como melhorar a performance, atração, e eficácia de sua loja no Dia das Mães: preparativos e estratégias para a correria de última hora

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2026

A poucos dias do Dia das Mães, um comportamento já conhecido do brasileiro volta a ganhar força — e promete aquecer o comércio: a corrida de última hora. Cerca de 12,2 milhões de consumidores devem deixar para comprar o presente praticamente na véspera da data, transformando shoppings e lojas de rua em verdadeiros pontos de aglomeração e consumo.

O dado faz parte de um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, em parceria com a Offerwise, e revela que os chamados “atrasadinhos” representam 10% do total de compradores. Entre eles, a tendência é mais forte entre as mulheres (13%) do que entre os homens (6%).

Apesar de uma parcela mais organizada — 31% dos consumidores garantiram as compras ainda em abril —, é na primeira semana de maio que o comércio realmente ganha fôlego. Sozinha, ela concentra 43% das intenções de compra, evidenciando o pico de movimentação próximo à data.

Pressa pode custar caro ao consumidor

Se por um lado o cenário anima lojistas, por outro acende um alerta importante para quem deixa tudo para a última hora. A pressa pode virar inimiga do bolso.

Segundo o presidente da CNDL, José César da Costa, consumidores apressados ficam mais vulneráveis a decisões impulsivas. Sem tempo para pesquisar preços ou planejar gastos, muitos acabam assumindo parcelas desnecessárias e comprometendo o orçamento.

O impacto pode ser significativo: 10% dos compradores admitem que, na correria, tendem a gastar mais do que deveriam. A recomendação é clara — definir um limite antes de sair de casa pode evitar dores de cabeça depois da data.

Data deve injetar quase R$ 38 bilhões na economia

Mesmo com os riscos, o Dia das Mães segue como uma das datas mais fortes do varejo brasileiro. A expectativa é que cerca de 127 milhões de consumidores participem das compras neste ano, com 78% deles adquirindo ao menos um presente.

O resultado desse movimento deve ser expressivo: aproximadamente R$ 37,91 bilhões circulando nos setores de comércio e serviços, reforçando o peso econômico da data.

Enquanto isso, nos corredores lotados e nas vitrines disputadas, a cena se repete: filhos e filhas em busca do presente ideal, muitas vezes contra o relógio — e, em alguns casos, contra o próprio orçamento.

Fonte: cenariomt

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