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Cirurgias faciais avançadas superam 6,5 milhões de procedimentos: tendências e inovações

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2026

Os procedimentos estéticos seguem em alta no mundo e registraram cerca de 34,9 milhões de intervenções em 2023, entre cirúrgicas e não cirúrgicas, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS).

Dentro desse universo, as cirurgias na região da face e da cabeça somaram mais de 6,5 milhões de procedimentos, com crescimento de aproximadamente 19,6% em relação ao ano anterior. O Brasil continua entre os países que mais realizam cirurgias plásticas, ao lado dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.

O avanço acompanha uma mudança no comportamento das pessoas, que têm priorizado resultados mais naturais e menos marcados. Nesse cenário, técnicas que atuam em camadas mais profundas da face vêm ganhando espaço.

De acordo com a cirurgiã plástica Danielle Gondim, o objetivo dos pacientes não é modificar traços, mas restaurar contornos naturais. As regiões que mais recebem procedimentos são: bochechas, mandíbula e pescoço.

Além do aspecto mais natural, outro fator que impulsiona a procura é a durabilidade. Como o procedimento atua na origem da flacidez, os resultados tendem a se manter por mais tempo, embora o envelhecimento continue ocorrendo de forma progressiva.

O planejamento pode incluir ainda procedimentos complementares, como cirurgia das pálpebras ou lifting de sobrancelhas, sempre com base nas características individuais de cada paciente.

Porém, a médica alerta para alguns cuidados que devem ser tomados antes de se submeter aos procedimento.

  • Avaliação individualizada: entender como cada rosto envelhece é essencial para um resultado harmônico.
  • Escolha do profissional: priorizar cirurgiões com experiência em procedimentos faciais.
  • Planejamento completo: em alguns casos, técnicas associadas ajudam a equilibrar o resultado.
  • Técnica adequada: procedimentos que atuam na estrutura profunda tendem a evitar resultados artificiais.
  • Pós-operatório acompanhado: o acompanhamento médico é fundamental para a recuperação.

A tendência, segundo especialistas, indica que o crescimento dos procedimentos faciais deve continuar, impulsionado pela busca por rejuvenescimento com aparência mais natural e preservação da identidade.

Fonte: primeirapagina

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