Saúde

Bahia investiga casos suspeitos de intoxicação por metanol: 7 sob investigação

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2026

A Secretaria da Saúde da Bahia confirmou a internação de sete pessoas com suspeita de intoxicação após ingestão acidental de metanol, no Hospital Geral Santa Tereza, localizado no município de Ribeira do Pombal.

De acordo com a pasta, todos os pacientes seguem internados, sob observação e recebendo assistência médica contínua. Os protocolos clínicos foram imediatamente adotados, embora não tenham sido divulgados detalhes sobre o estado de saúde dos envolvidos.

A investigação das causas já foi iniciada e envolve diferentes órgãos, como o Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde da Bahia, o Centro de Informações Toxicológicas do estado, as vigilâncias sanitárias estadual e municipal, além da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica.

Exames laboratoriais estão previstos e, se necessário, será aplicado antídoto específico, conforme informou a secretaria em nota oficial.

Casos no país

Entre 26 de setembro e 5 de dezembro de 2025, o Brasil registrou 890 notificações relacionadas à intoxicação por metanol. Desse total, ao menos 73 casos foram confirmados, enquanto outros 29 permaneciam sob investigação até o início de dezembro.

São Paulo concentrou o maior número de registros, seguido por Pernambuco. Também houve confirmações no Paraná, Mato Grosso, Bahia e Rio Grande do Sul.

Ao todo, 22 mortes foram confirmadas em decorrência da intoxicação por metanol, com registros em São Paulo, Paraná, Pernambuco, Bahia e Mato Grosso. Outros nove óbitos ainda estavam em apuração no mesmo período.

Monitoramento nacional

No início de dezembro, o Ministério da Saúde anunciou o encerramento da sala de situação criada para acompanhar os casos de intoxicação por metanol no país. Segundo a pasta, o último caso confirmado ocorreu em 26 de novembro de 2025.

O ministério avaliou que houve redução significativa de novos registros e óbitos, indicando estabilidade do cenário epidemiológico. Todos os estados contam atualmente com estoque de antídotos e maior capacidade diagnóstica.

Com isso, a assistência e o monitoramento voltaram ao fluxo regular da vigilância de intoxicações exógenas, por meio do sistema nacional de notificações.

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Fonte: cenariomt

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