O feminicídio em Mato Grossoquase nunca acontece sem aviso. Uma radiografia inédita do Ministério Público Estadual, que mapeou 382 envolvidos em mortes de mulheres entre 2019 e 2026, revela que quase metade (48%) já era conhecida das forças de segurança antes de cometer o crime.
Dos agressores que já ostentavam histórico policial, a esmagadora maioria (67%) acumulava queixas por violência doméstica — como lesão corporal, ameaça, perseguição e quebra de medida protetiva.
Os dados mostram que o rastro de agressões verbais e físicas anteriores funcionou como uma crônica de uma morte anunciada.
Radiografia do agressor e o desafio da prevenção
Fonte: cenariomt





