O sétimo álbum de estúdio de Sabrina Carpenter, “Man’s Best Friend”, chegou às plataformas digitais, cheio de músicas apimentadas, nesta sexta (29/8), a tempo de concorrer ao Grammy 2026. A expectativa quando ao lançamento era alta, e as primeiras críticas sobre o disco são positivas.
(Foto: Instagram @sabrinacarpenter)
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Variety
“‘Man’s Best Friend’ da Sabrina Carpenter é um dos melhores álbuns pop do ano – e quase certamente o mais divertido”, diz o título da resenha.
“Era uma vez, principalmente nos anos 50, 60 e 70, antes do racismo, um gênero de filme popularmente conhecimento como comédia sexual, no qual relacionamentos adultos (e o que hoje podemos chamar de relacionamentos situacionais) eram explorados em busca de risadas levemente picantes, mas razoavelmente sofisticadas, e talvez até mesmo um pouco de percepção real. É difícil adivinhar se Sabrina Carpenter assistiu a muitos desses filmes enquanto absorvia todo o show business da velha guarda que molda sua persona pública, mas, cara, ela entende muito de comédia sexual. Nenhuma outra estrela do cinema ou da música é tão dedicada a arrancar risadas da carnificina na batalha dos sexos quanto ela faz, em um grau ainda maior, em seu novo álbum vencedor, ‘Man’s Best Friend’”.
The Guardian
“Obscenidade e trabalho impressionante do melhor do pop”, diz o título da resenha.
4 estrelas
“A estrela polêmica está em perfeito alinhamento com o produtor Jack Antonoff, em faixas detalhadas e totalmente deliciosas que fazem seu álbum de sucesso anterior parecer rudimentar em comparação”.
Veja o novo clipe da Sabrina Carpenter!
The Independent
“Alguns pontos altos incríveis, mas muitos que parecem um primeiro rascunho”, diz o título da resenha.
3 estrelas
“Carpenter é, acima de tudo, uma esteta brilhante, com seus vídeos e capas de álbuns uniformemente inspirados. E, sim, incluo nisso a inegavelmente chamativa capa de ‘Man’s Best Friend’, mesmo que a visão de Carpenter se ajoelhando para um homem sem rosto agarrando seus cabelos sugira um nível de provocação sonora que o álbum em si não conseguiria alcançar. Ainda assim, é difícil negar que ela é uma estrela pop em que vale a pena investir”.
Slant Magazine
“A boca suja mais orgulhosa do pop fica semi-séria”, diz o título da resenha.
3 estrelas e meia
“Carpenter é um retorno às estrelas femininas de um certo período: mais parecidas com Dolly Parton ou Madonna — mulheres que entendiam e não tinham medo de usar sua autonomia sexual — do que, digamos, com Taylor Swift ou Gracie Abrams”.
Fonte: portalpopline