Apesar da colheita do algodão estar praticamente concluída no Brasil, a safra 2025/26 enfrenta um gargalo operacional decisivo para o cumprimento dos contratos de exportação.
O ritmo do beneficiamento — etapa em que a fibra é descaroçada, classificada e embalada — não acompanhou a agilidade da retirada da matéria-prima do campo, gerando risco de atrasos na entrega aos compradores internacionais e aumento de custos logísticos.
Em Mato Grosso, maior produtor nacional da cultura, a desconexão entre o volume colhido e a capacidade de processamento das algodoeiras liga o sinal de alerta entre produtores, tradings e exportadores.
Fonte: cenariomt





