O deputado federal reeleito Fabio Garcia defendeu a elaboração de uma nova Constituição e citou, entre as mudanças que pretende apoiar, a prisão perpétua para líderes de facções criminosas e feminicidas reincidentes, além da castração química para estupradores e pedófilos. Na avaliação dele, o país precisa rever o texto constitucional para avançar no enfrentamento à violência.
“Eu acredito que o Brasil precisa passar por uma nova Constituição, sim. A gente já sabe onde essa Constituição está falhando e precisa ser reformada”, afirmou.
A declaração foi dada ao ser questionado sobre a existência de condições políticas para um processo constituinte em um cenário de polarização. Na resposta, Garcia concentrou a defesa das mudanças na segurança pública e sustentou que a Constituição apresenta falhas que precisam ser corrigidas.
“Eu também defendo algumas mudanças que envolvem cláusulas pétreas da Constituição, como, por exemplo, prisão perpétua para líderes de facções criminosas e para feminicidas reincidentes. Portanto, precisa passar por uma reforma”, declarou.
O parlamentar argumentou que o avanço das organizações criminosas exige uma revisão das medidas adotadas pelo país. “O Brasil precisa olhar e ver que a gente não está conseguindo combater a violência e o avanço das facções criminosas. Uma mudança é necessária”, disse.
Garcia também incluiu a castração química entre as propostas que pretende defender. Segundo ele, uma mudança constitucional seria necessária para viabilizar essas medidas.
“Eu defendo castração química para estupradores e pedófilos. Agora, a gente precisa passar por uma reforma da Constituição para poder avançar nisso. Eu espero que o Brasil tenha coragem”, afirmou.
Apesar de defender uma nova Constituição, o deputado não detalhou, nesse trecho da entrevista, como seria conduzido o processo nem quais seriam os próximos passos para levar a discussão ao Congresso.
“Nenhuma lei, nem a Constituição brasileira, é perfeita. A gente precisa reconhecer que ela tem falhas”, declarou. Para Garcia, o crescimento das facções exige que o país discuta diferentes formas de enfrentamento à criminalidade.
Fonte: leiagora





