Servidores da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso participaram de uma oficina voltada ao uso de inteligência artificial e automação para melhorar atividades do dia a dia. A capacitação ocorreu nos dias 21 e 22 de setembro, em Cuiabá, durante a 2ª Imersão do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI).
Com o tema “Do zero à sua primeira rotina automatizada”, o treinamento reuniu cerca de 50 servidores de diferentes áreas da Corregedoria. A proposta foi ensinar os participantes a reconhecer tarefas repetitivas, analisar o tempo gasto em cada etapa e desenhar soluções que possam tornar os processos mais ágeis.
Oficina mostra como criar automações
A atividade foi conduzida pela equipe da Divisão de Inteligência Artificial e Automação (IAA) do DAPI. Os facilitadores Uiller Del Prado, Helenira Oliveira Ferro, Breno Francisco Morais, Edielson Silverio da Silva e Jonathan Ajala apresentaram ferramentas e métodos aplicáveis à rotina profissional.
Durante os dois dias de imersão, os participantes analisaram as próprias atividades para identificar pontos que dependem de esforço humano recorrente. A partir desse diagnóstico, cada equipe foi orientada a elaborar uma proposta de automação de tarefas que pudesse ser aplicada ao trabalho.
Inteligência artificial aplicada ao trabalho
O treinamento também apresentou diferentes recursos de inteligência artificial e automação. Entre eles estavam Chat, Cowork, Projetos, Skills, tarefas agendadas, conectores, Claude no Chrome e artefatos vivos.
A ideia foi mostrar que as ferramentas podem ser combinadas de acordo com o tipo de atividade e com a necessidade de cada setor. Assim, o foco da oficina não ficou apenas no conhecimento das tecnologias, mas na identificação de aplicações práticas para os processos internos.
Propostas foram apresentadas pelos departamentos
Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Felipe Shultz, a iniciativa dá continuidade ao trabalho iniciado na primeira Imersão DAPI, realizada em janeiro. A nova etapa ampliou a discussão sobre o uso prático da inteligência artificial e da automação nas atividades da Corregedoria.
Ao final do treinamento, cada departamento apresentou uma proposta de automação para uma tarefa repetitiva de sua rotina. Os grupos detalharam o problema identificado, explicaram como o processo é realizado atualmente, sugeriram uma solução e apontaram os benefícios esperados.
A metodologia busca aproximar a tecnologia dos processos já executados pelos servidores. Com isso, a automação de processos passa a ser tratada a partir de problemas concretos, permitindo avaliar onde recursos digitais podem contribuir para simplificar e dar mais eficiência às atividades.
Fonte: cenariomt





