Para uma em cada cinco mulheres assassinadas por questão de gênero em Mato Grosso, o socorro do Estado chegou a tempo de virar papel, mas não de salvar vidas.
Quando o silêncio foi quebrado e a Justiça expediu a Medida Protetiva de Urgência, a promessa era de afastamento e segurança. Na prática, a ordem judicial virou um obstáculo ignorado por agressores que cruzaram a porta da frente para matar.
O retrato dessa falha estrutural do sistema foi exposto pelo estudo “Retrato dos Feminicídios no Brasil”, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), com dados da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (PJC-MT).
Fonte: cenariomt





