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Dicas imperdíveis de jogos e livros para julho de 2026

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2026

IA sob escrutínio

Capa do livro O Império da IA de Karen Hao, com fundo roxo e listras horizontais em tons de azul e verde. O título está em destaque dentro de um círculo branco com padrões de circuito, e o subtítulo Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total aparece abaixo
(Divulgação/Montagem sobre reprodução)

Desde 2019, a jornalista norte-americana Karen Hao conversa com testemunhas que conhecem de perto o trabalho e os impactos da OpenAI, a criadora do ChatGPT – incluindo vozes muitas vezes invisibilizadas, como trabalhadores precarizados no Quênia e ativistas ambientais no Chile. O novo livro de Hao reúne mais de 300 entrevistas e anos de apuração em uma leitura fluida e essencial para entender os paradigmas políticos, econômicos, científicos e ideológicos que guiam a empresa e seu CEO, Sam Altman. (Bela Lobato)

O Império da IA. R$ 83.

O velho e o novo

Capa do jogo GoldenEye 007, com o título dourado. À esquerda, uma silhueta escura de uma mão segurando uma arma. À direita, um homem de casaco escuro, com expressão séria, mira uma pistola prateada. No canto superior direito, um círculo branco com um homem de terno preto e gravata, de costas, segurando uma arma, dentro de um cano de arma giratório.
(Divulgação/Montagem sobre reprodução)

Enquanto não há novos filmes de 007, dá para matar a saudade do espião com um novo game da desenvolvedora IO Interactive, a mesma de Hitman. A história acompanha um jovem Bond, no treinamento para se tornar um agente do MI6. Se você prefere um clássico, jogue GoldenEye 007 (sim, aquele do Nintendo 64). Dá para encontrá-lo nas lojas do Switch e do XBox.

007 First Light. Para PlayStation 5, PC e XBox Series X/S. R$ 300.

Um dia especial

Capa do livro Domingos com um homem sorridente jogando uma criança para o alto, ambos com roupas claras, sobre um fundo azul e branco, e uma toalha xadrez vermelha e branca. Autores Sidney Gusman e Jefferson Costa
(Divulgação/Montagem sobre reprodução)

Por quase 20 anos, o editor Sidney Gusman bateu ponto na Mauricio de Sousa Produções, onde foi responsável pelo prestigiado selo Graphic MSP. Agora, ele estreia como autor numa HQ autobiográfica focada na relação com seu pai, Domingos – que nasceu (e morreu) num domingo. Cada capítulo da história, adivinhe, se passa em um domingo.

Domingos. R$ 44. 

Grande mestre

Capa do livro Entre Bispos e Reis de Uirá Machado, com foto em preto e branco de um jovem de óculos olhando para um tabuleiro de xadrez. O texto secundário diz: A trajetória de Mequinho, um gênio brasileiro do xadrez
(Divulgação/Montagem sobre reprodução)

“Era, sem tirar nem pôr, a história de uma habilidade extraordinária”,escreve o jornalista Uirá Machado sobre quando conheceu a trajetória completa de Mequinho, o maior enxadrista brasileiro de todos os tempos. Nos anos 1970, ele chegou a ficar em terceiro lugar no ranking mundial. Depois, se afastou por uma década do xadrez – e tentou virar padre. Esta biografia é resultado de quatro anos de pesquisa sobre um gênio pouco conhecido pelas novas gerações.   

Entre Bispos e Reis. R$ 99.

Ler no papel é melhor para o cérebro do que ler em telas?

Extra: o fim dos discos?

Discos de jogos eletrônicos sobrepostos: Sonic Mania Plus, Tomb Raider, Grand Theft Auto V, Doom e um disco verde com texto ilegível.
A partir de 2028, a Sony não produzirá mais jogos em mídia física, que em 2024 representaram só 3% das vendas de games para PlayStation. A reação foi negativa. Uma petição com mais de 200 mil assinaturas pede que a Sony volte atrás. O manifesto defende que o disco é uma propriedade de fato, que pode ser emprestada e revendida. O formato digital, por outro lado, é uma licença de uso – que pode ser revogada. A Microsoft também parece querer abandonar os discos: a empresa anunciou testes de uma tecnologia para converver jogos físicos do XBox para o formato digital. (Divulgação/Reprodução)

A partir de 2028, a Sony não produzirá mais jogos em mídia física, que em 2024 representaram só 3% das vendas de games para PlayStation. A reação foi negativa. Uma petição com mais de 200 mil assinaturas pede que a Sony volte atrás. O manifesto defende que o disco é uma propriedade de fato, que pode ser emprestada e revendida. O formato digital, por outro lado, é uma licença de uso – que pode ser revogada. A Microsoft também parece querer abandonar os discos: a empresa anunciou testes de uma tecnologia para converter jogos físicos do XBox para o formato digital.

Então fica a dica extra: cuidem bem dos seus discos. Em breve, serão item de colecionador.

Fonte: abril

Sobre o autor

aifabio

Jornalista DRT 0003133/MT - O universo de cada um, se resume no tamanho do seu saber. Vamos ser a mudança que, queremos ver no Mundo