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Jordana: Declarações sobre polêmica das cotas raciais em concurso

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2026

Uma antiga polêmica voltou a ganhar destaque nas redes sociais. A advogada e ex-participante do Big Brother Brasil 26, Jordana Morais, se manifestou após a repercussão de uma acusação relacionada ao uso de cotas raciais em um concurso público realizado em 2016. Segundo ela, sua inscrição ocorreu de boa-fé e não há qualquer decisão oficial que a responsabilize por fraude.

O episódio envolve a inscrição de Jordana no concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), destinado à formação de cadastro de reserva para os cargos de analista e técnico judiciários. Na ocasião, ela optou por disputar uma vaga pelo sistema de cotas raciais, utilizando a autodeclaração como pessoa parda.

Em publicação nas redes sociais, a advogada afirmou que, na época, se identificava dessa forma, mas disse que atualmente possui outra compreensão sobre como é percebida socialmente.

Ex-BBB afirma que agiu de boa-fé

Ao comentar a repercussão do caso, Jordana declarou que, aos 19 anos, buscava oportunidades para transformar sua realidade por meio dos estudos. Ela ressaltou que jamais teve a intenção de desrespeitar a legislação ou retirar direitos de outras pessoas.

Segundo a advogada, sua compreensão sobre a política de ações afirmativas era limitada naquele período. Com o passar dos anos, afirmou ter entendido que as cotas para negros e pardos representam uma política pública voltada à reparação histórica e ao enfrentamento das desigualdades provocadas pelo racismo estrutural.

Ausência de decisão sobre fraude

Jordana também destacou que não foi aprovada no concurso e afirmou que não existe decisão administrativa ou judicial reconhecendo a prática de fraude, falsidade ideológica ou qualquer outro crime relacionado ao caso.

Ela argumentou ainda que a expressão “fraude de cotas” depende da análise de critérios previstos em lei, como a intenção de obter vantagem indevida, e que a simples discordância sobre uma autodeclaração não caracteriza automaticamente um crime.

Principais pontos apresentados por Jordana

  • A inscrição ocorreu em 2016 para concurso do TJDFT.
  • Ela afirma que se autodeclarava parda naquele período.
  • Diz que sua compreensão sobre a política de cotas mudou com o tempo.
  • Não foi aprovada no concurso.
  • Afirma não existir decisão administrativa ou judicial que a responsabilize por fraude.

Defesa contra acusações

Na publicação, Jordana também afirmou que acusações sem respaldo em decisões das autoridades competentes podem gerar responsabilização nas esferas civil e criminal. Segundo ela, a liberdade de expressão não autoriza a divulgação de acusações apresentadas como fatos sem comprovação.

Ao encerrar o posicionamento, a advogada declarou que, quando realizou a inscrição, acreditava estar agindo conforme o entendimento que possuía naquele momento e que seu objetivo era conquistar uma oportunidade de mudar de vida por meio da educação e do serviço público.

O caso voltou a repercutir nas redes sociais, enquanto o posicionamento da ex-BBB reforça que não houve condenação relacionada ao episódio.

 

Fonte: cenariomt

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